terça-feira, 29 de dezembro de 2015

RODA DE TERAPIA COMUNITÁRIA SISTÊMICA INTEGRATIVA


Olá pessoal!
Fiquei exatos 24 dias sem postar ...

Fim de ano, aquela correria de sempre, árvore para montar, enfeites para pendurar
presentes para comprar para os váaaaarios amigos ocultos que a gente acaba participando...e aí quando se viu: pahh já é Natal!
Ceia para preparar, peru para assar, bebidas para gelar, casa para limpar, banho para tomar, cabelo para arrumar, rosto para maquiar, perfume para passar! UFA!

Estive estudando sobre Roda de Terapia Comunitária Sistêmica Integrativa em função de uma amiga ter me convidado para curtir a página da Rodas de Terapia de Cáceres, MT. 

Como lido com violência doméstica e sou voluntária da LÍRIOS que promove a defesa de bens imateriais, direitos humanos e sociais de mulheres que sofreram algum tipo de ofensa em seu sentimento decorrentes de relações afetivas ou familiares resolvi junto com outras associadas buscar informações acerca dessa terapia.

A Terapia Comunitária Integrativa é um instrumento que nos permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Procura suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo valorizando a herança cultural dos nossos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um.

Enquanto muitos modelos centram suas atenções na patologia, nas relações individuais, privadas, a Terapia Comunitária Integrativa se propõe cuidar da saúde comunitária em muitos espaços, principalmente os espaços públicos. Propõe-se a valorizar a prevenção. Prevenir é, sobretudo, estimular o grupo a usar sua criatividade e construir seu presente e seu futuro a partir de seus próprios recursos.

A Terapia Comunitária Integrativa nos convida a uma mudança de olhar, de enfoque.

Pesquisei sobre como ser uma terapeuta comunitária no site da ABRATECOM - Associação Brasileira de Terapia Comunitária Integrativa e também no site Projeto Quatro Varas

Obtive retorno dos dois sites através de e-mail mas infelizmente o polo autorizado (instituição que desenvolve atividades de capacitação em Terapia Comunitária Integrativa) mais  próximo de onde moro é o de Minas Gerais que infelizmente é inviável para qualquer uma das voluntárias dispostas a se capacitar.  

Para não deixar morrer o sentimento de servir o(a) próximo(a) elaboramos um projeto para implantar algo similar para ocupar o espaço da ONG. A previsão para começarmos a executá-lo é para Fevereiro do próximo ano. 

Estamos mega ansiosas! E claro: aguardando uma oportunidade para nos capacitar e nos tornar verdadeiras terapeutas comunitárias!!!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Machismo é responsável pela violência contra universitárias



Por Marli Moreira, Brasília ABR
 
Violência/Mulheres

Machismo está por trás de atos 


Pesquisa feita com alunos de cursos superiores mostra que há um comportamento “machista” por trás de atos de violência praticados contra mulheres em campi universitários públicos e privados. Os ataques incluem estupros e assédio sexual, além de outras humilhações às mulheres cometidas em festas estudantis, em recepções aos calouros, no caminho de ida ou volta das salas de aula e outras circunstâncias que favoreçam as agressões. O levantamento encomendado pelo Instituto Avon ao Data Popular foi feito com 1.823 estudantes dos sexos feminino e masculino de todas as regiões do país, sendo que mais da metade dos entrevistados (51%) têm entre 16 e 25 anos, 53% são da classe média e 76% estudam em faculdades particulares. “A pesquisa foi muito importante para quebrar um grande mito de que a violência contra a mulher está fortemente ligado à escolaridade ou ao nível socioeconômico de quem a pratica. Os muros das universidades não estão impermeáveis ao machismo que acontece no restante da sociedade brasileira’, disse Renato Meirelles, presidente do Data Popular. Segundo Meirelles, 2,9 milhões de mulheres já sofreram algum tipo de violência física nas universidades. “Isso é mais do que a população de 90% das cidades brasileiras.’ Para ele, isso atrapalha o bom desenvolvimento do aprendizado e gera uma consequência para o futuro profissional das mulheres.