quarta-feira, 30 de abril de 2008

30 DE ABRIL - DIA NACIONAL DA MULHER


Mas para que um Nacional da mulher? Já não temos um dia Internacional?

O Dia Nacional da Mulher que foi sancionado pelo Presidente João Batista Figueiredo, através da Lei 6.791/80, passou a ser comemorado em 30 de abril, data de nascimento de uma brasileira ilustre, mas ainda desconhecida para a maioria: Jerônima Mesquita.

Natural de Leopoldina (MG), Jerônima nasceu em 30/4/1880, concluiu seus estudos na Europa e ao retornar se uniu a um grupo de mulheres e fundou o Conselho Nacional das Mulheres. Entre as conquistas alcançadas por esta mulher e suas companheiras estão: o direito ao voto; a fundação da Pró-Matre, hospital beneficente que tinha por objetivo acolher gestantes pobres; fundou, também, a Associação Cruz Verde que lutou contra a fome, a febre amarela e a varíola no início do século XX.1

Conclui-se que a data serve não só para homenagear uma mulher de luta, mas para conscientizar a população do nosso papel e diminuir o preconceito e a discriminação contra nós, mulheres.

No mês passado eu e dra. Karol Rotini participamos da Nona Conferência promovida pela Interrnational Association of Women Judges (Associação Internacional de Mulheres Juízas) na cidade do Panamá. O tema desse evento foi Justice for All: Access, Discrimination, Violence and Corruption (Justiça para todos(as): Acesso, Discriminação, Violência e Corrupção.

No total 47 países estiveram presentes, dentre eles: Argentina, Bulgaria, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Itália, Japão e Nova Zelândia. Brasil foi a maior delegação (com 41 participantes). Ultrapassamos Panamá (com 38) e Canadá (40).

Qual a importância desse evento? A Desembargadora Shelma Lombardi de Kato, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi convidada para ministrar uma palestra sobre a situação da mulher em nosso País, mormente em nosso Estado. Esse fato é relevante! E como fazemos parte de uma Instituição essencial a função jurisdicional, não poderíamos ficar de fora. Fomos convidadas pela magistrada e fizemos questão de registrar nossa presença como integrantes da Defensoria Pública do Estado.

Foram quatro dias de palestras sobre temas variados e de muita integração, apesar da diversidade cultural.

O que mais me chamou a atenção foi a participação do Afeganistão, com duas representantes.

A Conferência serviu para conhecermos os problemas de mulheres de outros países. Problemas não muito diferentes dos nossos, mas que são resolvidos de formas distintas. Foi uma troca de informações muito útil. Pudemos visualizar que o Brasil está caminhando para a melhoria da qualidade de vida de suas mulheres e a Defensoria Pública está fazendo parte desse processo.

Parabéns a todas as mulheres!

1 Fonte:Mônica Dias Palitot www.facene.com.br

Tânia Regina de Matos

Defensora Pública em Várzea Grande/MT

terça-feira, 29 de abril de 2008

I Seminário Luso-Brasileiro da Infância e da Juventude

A Vara da Infância e da Juventude do DF em parceria com a Defensoria Pública do DF – Núcleo da Infância e da Juventude e a Universidade Autónoma de Lisboa realizam nos dias 15 e 16 de maio deste ano o I Seminário Luso-Brasileiro da Infância e da Juventude, cujo período de inscrição será de 28/04 a 13/05/2008.

No ano em que o Estatuto da Criança e do Adolescente completa a sua maioridade, o momento é oportuno para firmar um debate com Portugal, país signatário de tratados e convenções sobre a infância e a adolescência dos quais o Brasil faz parte.

O evento servirá para lançar questões relacionadas à infância e juventude, à luz da legislação brasileira e portuguesa, propiciando a troca de experiência e identificação recíproca de boas práticas.

O Seminário contará, como palestrantes e mediadores, com membros e servidores do Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública, profissionais que atuam na seara infanto-juvenil e Professores da Universidade Autónoma de Lisboa e da Universidade Católica do Porto, em Portugal.

Serão abertas 100 vagas e as inscrições são gratuitas, podendo ser feitas pela página da VIJ ou pelo site www.tjdft.jus.br, no banner do Seminário. O formulário para preenchimento estará disponível a partir de 13h30 do dia 28 de abril até 13 de maio de 2008.

O I Seminário Luso-Brasileiro da Infância e da Juventude conta com o apoio da Associação Nacional dos Defensores Públicos e da Associação dos Defensores Públicos do Distrito Federal.

PROGRAMAÇÃO


Local: Auditório da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal
Endereço: SGAN 909, Bloco A, Térreo , Auditório V

Vagas: 100

Público: Juízes, Defensores Públicos, Promotores de Justiça, Técnicos, servidores da Defensoria Pública, Tribunal de Justiça do DF e Territórios - Vara da Infância e da Juventude, Conselheiros, Delegados das Delegacias da Criança e Adolescentes e de Proteção à Criança e Adolescente, Diretores e Coordenadores de Instituições de Atendimento da Criança e do Adolescente, Secretários e Subsecretários de Estado e estudantes.

15 de maio de 2008 - quinta-feira

8h - Credenciamento

9h - Solenidade de Abertura
Dr. Renato Rodovalho Scussel
Juiz de Direito da Vara da Infância e da Juventude do DF

9h15 - I painel: A Colocação da Criança em Família Afetiva
Dr. Ruy Cruvinel Filho
Sub-Diretor da Defensoria Pública

9h30 - Adoção: Um Ato de Amor
Profa. Dra. Maria Clara Pereira de Sousa de Santiago Sottomayor
Professora-Assistente da Universidade Católica do Porto - Portugal

10h15 – Coffee Break

10h45 - A Defensoria Pública na Garantia dos Direitos da Criança
Dra. Esther Dias Cruvinel
Defensoria Pública da Infância e da Juventude do DF

11h30 – II Painel – A Garantia da Convivência Familiar e Comunitária
Fernando Antônio Calmon Reis
Presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos - ANADEP

14h30 – A Excepcionalidade da Medida de Abrigamento
Dra. Dirce Barroso França
Psicóloga e Psicanalista – Integrante da Organização Não-Governamental “Berço da Cidadania”

15h15 – A Criança Como Sujeito Titular de Direitos
Dr. Sérgio Domingos
Defensor Público da Infância e da Juventude do Distrito Federal

16:30 h – Coffee Break

17h – O Fortalecimento da Família de Origem
Dra. Luísa de Marilac Xavier de Passos
Promotora de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente do DF

17:45 h – Debate

16 de maio de 2008 - sexta-feira

9h – Alienação Parental
Profa. Dra. Sandra Baccara
Psicóloga e Psicoterapêuta

09h45 - A Criança Sob a Ótica do Psicossocial forense
Dr. Walter Gomes de Sousa
Supervisor da Seção de Adoção da Vara da Infância e da Juventude do DF

10h30 - Coffee Break

11h – A Convenção Internacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
Prof. Dr. Fernando José Silva
Professor da Universidade Autónoma de Lisboa - Portugal

11h45 - Debate

12h - Solenidade de Encerramento


O formulário para inscrição on-line estará disponível a partir do dia 28/04/2008, às 13h30 no site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios - TJDFT.


segunda-feira, 28 de abril de 2008

Vigília pelo fim da violência contra as mulheres

Oi gente!
Andei tão "light" esses dias... só postando banalidades, piadinhas, horóscopo, mas... faz parte da nossa vida.
Ainda bem que essas bobagens existem para nos distrair não é mesmo?
Quem não se permite dar risadas dessas futilidades com certeza deve estar com problemas, precisa de ajuda.

Mas hoje quero falar de algo importante.
O comitê político da ABM/BA (eu suponho que seja Associação Brasileira de Municípios da Bahia) está promovendo uma vigília pelo fim da violência contra as mulheres, confira o convite clicando na imagem:


Os(as) cépticos(as) devem estar dizendo: e isso vai resolver o problema da violência?
É claro que resolver não! Mas ações como essas ajudam a dar visibilidade a um problema que atinge o mundo inteiro.
Quero aproveitar para falar de alguns livros que li sequencialmente e me deram uma injeção de ânimo para continuar sendo uma ativista dos direitos humanos.
Primeiro foi "O caçador de pipas", logo depois foi "Cidade do Sol", do mesmo autor e que conta a vida de duas mulheres paquistanesas. Este último me fez debulhar em lágrimas.
No meu aniversário ganhei "Mulheres de Cabul", uma obra fantástica de uma fotógrafa que arriscou sua própria vida para relatar os horrores vividos pelas mulheres do Paquistão.
Depois li "A desonrada", esse realmente é de chocar qualquer um(a). Em 2002, a paquistanesa Mukhtar Mai foi condenada pelo tribunal da sua aldeia a uma violação coletiva, depois do seu irmão (de 12 anos) ter flertado com uma mulher de outra tribo.
Mukhtar começou a falar e mandou um recado para todas as mulheres que sofrem ou já sofreram algum tipo de abuso: FALE A RESPEITO, NÃO SE CALE!
O silêncio faz mal a quem foi abusado(a), além de atingir outras pessoas, pois, o(a) abusador(a) continuará anônimo(a) fazendo outras vítimas.
Bem fez a nadadora Joana Maranhão em soltar o verbo. O abuso era praticado dentro da piscina e isso lhe causou um trauma tão grande, que afetou até sua carreira profissional.
Parabéns Joana pela sua coragem!

sábado, 26 de abril de 2008

Como pensa um(a) pisciana(o)

1. Frase: "Ontem tinha DÚVIDAS, hoje... NÃO SEI!"

2. O que o pisciano espera de seu parceiro:
Busca um protetor amoroso, uma alma irmã, uma pessoa espiritualizada, que saiba aceitar seu humor sempre mutável e sua necessidade de solidão e de privacidade. Ah! E que goste de bichos..

3. O que o pisciano diz depois do sexo: "Qual você disse que era o seu nome mesmo?"

4. Como irritar um pisciano:
Diga para agarrarem-se a si mesmos e esquecerem dos outros. Marque encontro com eles em locais brilhantes, barulhentos, superpovoados, como o metrô da Sé. Deixe-os falando sem parar e no fim diga que não entendeu nada.

5. Como o pisciano reza antes de dormir:
"Pai Celestial, enquanto eu me preparo para consumir este último quinto de scotch para esquecer minha dor e meu sofrimento, possa minha embriaguez servir para aumentar sua Honra e Glória."

6. Por que o pisciano atravessou a rua?
Que rua? Ih, é...

7. Você foi assaltado e o pisciano....
"Toma esse amuleto, guarda com você... protege contra assaltos.."

8. Adesivo para o vidro do carro do pisciano:
"Não me siga. Também não me lembro pra onde eu estava indo"

9. Quantos piscianos são necessários para trocar uma lâmpada?
O quê? A luz está apagada?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Parabéns Fernanda!

Hoje é aniversário da Maria Fernanda, do Educ(ando) por aí.
Convido minhas amigas a visitarem Fernanda para parabenizá-la.
Parabéns querida, minha quase irmã, irmã de fé, irmã por ser filha de um mesmo Pai, irmã de pensamento!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Conversa entre pai e filha

Um pai entrou no quarto da sua filha e encontrou uma carta sobre a cama que dizia o seguinte: 'Queridos pais, Com muita pena sou obrigada a confessar que fugi com o meu namorado. Encontrei o amor da minha vida! Estou absolutamente fascinada com os seus piercings, cicatrizes e tatuagens. Mas não é só, estou grávida de gêmeos... Aprendi também que a maconha e a cocaína não fazem mal a ninguém. Só rezo para que a Ciência encontre a cura da AIDS, o Joaquim merece.Não se preocupem com o dinheiro, o Joaquim conseguiu que eu entrasse em um filme com uns amigos: posso ganhar até R$ 50,00 a hora! Se for com mais de três homens são R$ 200,00! E se entrar o pastor alemão do Joaquim aumenta para R$ 300,00! Mãe, não se preocupe... Já tenho 15 anos e sei cuidar de mim mesma. Com muito carinho, Silvinha.
PS: Pai, é uma brincadeira! Estou vendo televisão na casa da vizinha.Eu só quis mostrar que há coisas piores do que as minhas notas...
Resposta de pai:

Entreguei a carta para tua mãe ler e ela teve um AVC. Ela está internada no CTI, entre a vida e a morte. Por causa disso e a conselho dos meus advogados, você foi retirada do testamento.. Todas as coisas do teu quarto foram doadas e também mudamos a fechadura da nossa casa. Não tente usar o cartão de débito, porque a conta já foi cancelada. Cancelamos também seu celular. Demos também a tua coleção de CDs para sua irmã. Podes começar também a pensar em trabalhar. Com a tua idade e com esse corpinho estou certo que trabalho não vai faltar, apesar da concorrência das profissionais. Enfim, espero que seja muito feliz na tua nova vida..
Seu Pai. PS: Filha querida, claro que é tudo uma brincadeira. A tua mãe está aqui comigo vendo novela. Só queríamos mostrar a você que há coisas bem piores que passar as próximas 3 semanas sem sair de casa, sem ir ao shopping, sem internet e sem ver televisão por causa das tuas notas e dessa tua brincadeira de merda...

quarta-feira, 23 de abril de 2008

FREIRA INTELIGENTE


LÓGICA DA FREIRA

Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos
Uma é Irmã Maria e a outra é a Irmã Léia.



Irmã Maria - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento !!!


Irmã Léia: - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?

Irmã Maria - Sim, o que será que ele quer?


Irmã Léia: - É lógico! Ele quer nos estuprar.

Irmã Maria - Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar, no máximo em 15 minutos. O que vamos fazer?

Irmã Léia: - A única coisa Lógica a fazer é andarmos mais rápido!!!


Irmã Maria - Não está funcionando.


Irmã Léia : - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele também começou andar mais rápido.


Irmã Maria - E agora, o que devemos fazer?
Ele nos alcançará em 1 minuto!

Irmã Léia: - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar! Você vai para aquele lado e eu vou pelo outro. Ele não poderá seguir-nos as duas, ao mesmo tempo.


Então, o homem decidiu seguir Irmã Léia.

AIrmã Maria chegou ao convento, preocupada com o que poderia ter
acontecido à Irmã Léia.


Passado um bom tempo, eis que chega Irmã Léia.

Irmã Maria - Irmã Léia !!! Graças a Deus você chegou! Me conteo que aconteceu!!!

Irmã Léia: - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir-nos as duas, então ele optou por me seguir.


Irmã Maria - Então, o que aconteceu?

Irmã Léia : - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia, também...


Irmã Maria - E então?....


Irmã Léia: - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.


Irmã Maria - Oh, meu Deus!
O que você fez?


Irmã Léia : - Eu fiz o lógico:
levantei meu hábito.


Irmã Maria - Oh, Irmã Léia!!!!
E o que o homem fez ?


Irmã Léia: - Ele, também, fez o lógico:
abaixou as calças.


Irmã Maria - Oh, não!!!!!
O que aconteceu depois?


Irmã Léia: - Não é óbvio,Irmã Maria ?
Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido
do que um homem com as calças abaixadas !!!!

SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA, REZE:

188 AVE- MARIAS E 309 PAI-NOSSOS,

E PEÇA A DEUS PARA LIMPAR
SUA MENTE POLUÍDA.

PODE COMEÇAR A REZAR ..



terça-feira, 22 de abril de 2008

Preconceituoso, mas engraçadinho

COISAS QUE SÓ UMA MULHER CONSEGUE:

1 - Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
2 - Usar o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo..
3 - Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade crise de nervos!
4 - Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
5 - Lavar a calcinha no chuveiro. E depois pendurá-la na torneira, para horror do sexo masculino. (isso é horrível, to fora).
6 - Rasgar a meia na entrada da festa.
7 - Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
8 - Chorar no banheiro, e ficar se olhando no espelho para ver qual melhor ângulo. (Puts + 1 perfeita!)
9 - Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual. (Esta é perfeita!!!!)
10 - Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.

11 - Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!

SÓ AS MULHERES ENTENDEM:

1 - Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos.
2 - A diferença entre creme, marfim, e bege claro.
3 - Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível.

E O TÓPICO Nº1, QUE SÓ AS MULHERES ENTENDEM:

1 - As outras mulheres!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Mulheres indígenas realizam fórum

Aproveitando a deixa do dia do índio(a), comemorado em 19.04, posto informação a respeito de mulheres índigenas:


O Primer Foro Internacional de Mujeres Indígenas, Compartiendo Avances para Nuevos Retos, em Lima,Peru foi realizado nos dias 13 e 14/04). Uma das representantes brasileiras foi a professora e escritora indígena Eliane Potiguara, na foto, coordenadora da Rede de Comunicação Indígena Grumin e diretora do Instituto Indígena Brasileiro para a propriedade Intelectual – Inbrapi.

Para esta edição do Comunica Rede, Eliane encaminhou o texto Povos indígenas, gênero e políticas públicas no qual ela chama atenção para que “... homens e mulheres indígenas devem encontrar juntos, caminhos concretos que viabilizem atitudes responsáveis com relação aos seus direitos humanos e fundamentalmente à Saúde Reprodutiva e desenvolvam uma relação de gênero mais consciente, mais democrática baseada no conceito sobre sexualidade, direitos humanos específicos das mulheres, conceitos que foram perdidos ao longo da colonização e néo-colonização.”



Fonte:www.redesaude.org.br

domingo, 20 de abril de 2008

Videoconferência sobre a Imagem da Mulher na Mídia


A Videoconferência sobre a Imagem da Mulher na Mídia será realizada na quarta-feira, 23/04, das 14h às 18 horas e será transmitida na Assembléia Legislativa, Sala Maurício Cardoso, 4º andar(veja o convite). O evento é preparatório ao Seminário da Imagem da Mulher na Mídia a ser realizado em junho (dias 19, 20, 21 e 22) em São Paulo, numa promoção e realização da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e a Articulação Mulher & Mídia, grupo formado por cerca de 30 organizações do movimento feminista, entre elas a Rede Feminista de Saúde.
Em passagem por Porto Alegre, na sexta-feira, 11/04, a coordenadora da Articulação Mulher& Mídia, Rachel Moreno, aproveitou para conversar com a Secretária Adjunta da RFS, Maria Luísa Pereira de Oliveira. A reunião teve como objetivo divulgar o Seminário da Imagem da Mulher na Mídia e buscar o apoio a ser emprestado pela Rede ao evento.
O seminário visa desencadear novas ações e reflexões sobre o combate aos estereótipos, preconceitos e à mercantilização do corpo da mulher promovida pelos meios de comunicação. Além disso, deverá ser um espaço para a troca de idéias e experiências entre mulheres de diferentes regiões do país. Rachel adiantou, ainda, que a Secretaria de Políticas para as Mulheres deve lançar um edital para o desenvolvimento de Observatório da Imagem da Mulher na Mídia, a semelhança do que foi criado para monitorar a Lei Maria da Penha.

Fonte:www.redesaude.org.br

sábado, 19 de abril de 2008

Saúde Sexual e Reprodutiva - O STF e as células-tronco

Como espírita defendo a vida sempre, mas não posso me furtar a discussões como essas, das células-tronco. Nós espíritas entendemos que as pesquisas são muito importantes para a evolução da humanidade. Se a Ciência chegou onde chegou foi porque Deus permitiu, mas cabe ao homem/mulher escolher que caminho vai continuar trilhando, afinal, temos o livre-arbítrio. Confira o artigo abaixo sobre o tema:



Artigo publicado originalmente em 29/02/2008 no Correio Braziliense -DFPor Debora Diniz** professora da Universidade de Brasília e pesquisadora da Anis - Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero


O procurador-geral da República sustenta que a "a vida humana começa na e a partir da fecundação" entre óvulo e espermatozóide. Convencido da tese, apresentou uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contestando o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que autoriza a pesquisa com células-tronco de embriões congelados em clínicas de fertilização assistida. A Lei de Biossegurança foi aprovada pelo Congresso Nacional em 2005 depois de intensa participação democrática. O pedido da Adin é que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida quando a vida humana tem início para, então, julgar a constitucionalidade da pesquisa com células-tronco embrionárias.
A Lei de Biossegurança autoriza a pesquisa com embriões inviáveis que estejam congelados em clínicas de reprodução assistida. Esses embriões foram produzidos por casais durante tratamento de infertilidade, isto é, são embriões remanescentes de projeto reprodutivo. O diagnóstico de inviabilidade do embrião constitui procedimento médico seguro e atesta a impossibilidade de o embrião se desenvolver. Mesmo que um embrião inviável venha a ser transferido para um útero, não se desenvolverá em uma futura criança. O único destino possível para eles é o congelamento permanente, o descarte ou a pesquisa científica.
Não há opção reprodutiva para os embriões inviáveis congelados. Por isso, pressupor que o julgamento da constitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança dependa de avaliação do STF sobre o início da vida é lançar xeque-mate ao debate sobre aborto no Brasil. Para julgar a Adin, os ministros terão basicamente duas opções argumentativas: ignorar a provocação sobre o início da vida e julgar a constitucionalidade da pesquisa com embriões inviáveis nos termos da lei aprovada pelo Congresso Nacional ou inaugurar interpretação sobre o início da vida em nosso ordenamento jurídico.
A controvérsia tem como alvo não apenas a Lei de Biossegurança, mas também a moralidade do aborto no Brasil. Ao forçar o STF a responder à pergunta sobre "quando a vida humana tem início", a Adin espera novos argumentos para sustentar a ilegalidade do aborto. Qualquer resposta do STF sobre a matéria terá impactos imediatos na interpretação da legislação brasileira sobre aborto, inclusive nos permissivos previstos no Código Penal em caso de estupro e risco de vida para a mulher. Nesse sentido, a Adin tem dois alvos e caberá ao STF decidir qual deles será matéria do julgamento no dia cinco de março: se a pesquisa científica com embriões inviáveis congelados ou a moralidade do aborto.
O tema do início da vida é questão com forte apelo religioso em nossa sociedade. A avaliação da constitucionalidade da Lei de Biossegurança forçará os 11 ministros a exercício estrito da razão pública: o tema em pauta é matéria constitucional na fronteira entre ciência e religião. O julgamento será momento decisivo de teste para a laicidade de nosso ordenamento jurídico, pois quem está na berlinda é a ciência brasileira, não a defesa de crenças religiosas sobre o início da vida humana.
A pesquisa científica deve ser livre para avançar com prudência. Não há qualquer ameaça à dignidade humana na pesquisa com células-tronco embrionárias. O uso legítimo da força do Estado contra a liberdade científica somente deve ser acionado em situações-limite. A elite da comunidade científica brasileira e internacional reconhece o caráter promissor da pesquisa com células-tronco embrionárias. A lei brasileira foi cautelosa ao permitir a pesquisa com embriões sem potencialidade de desenvolvimento celular. Cabe agora à mais importante corte do país decidir se o julgamento será sobre ciência ou sobre aborto.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

O que você faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?

Estou aderindo tardiamente à blogagem coletiva encabeçada pela Meiroca.
Sobre o tema: o que estou fazendo para acabar com o analfabetismo no Brasil, tenho a dizer que eu sempre procuro fazer a minha parte, o que realmente me compete. Não sou professora, nem educadora, não sou política, mas sei que posso contribuir para diminuir o analfabetismo e isso eu tenho feito.
Como todos já sabem, sou Defensora Pública, atuando agora na execução penal (acompanho processos de presos já condenados). É meu dever pedir ao Juiz benefícios como progressão de regime, livramento condicional, atendimento médico ou odontológico, assistência social, enfim, tudo o que garante a Lei de Execução Penal.
Um dos benefícios mais solicitados é a remição. A cada três dias trabalhados o preso tem direito de descontar um dia na sua pena.
Quando visito a Cadeia Pública do Capão, em Várzea Grande, explico aos reeducandos que através do estudo ele também pode abater sua pena. A cada três dias de aulas freqüentados, um dia da pena é diminuído.
Infelizmente nem todos os estabelecimentos prisionais do Estado de Mato Grosso têm salas de aula, mas essa cadeia, possui e há quase um mês alguns presos começaram a ser alfabetizados.
Uma das agentes prisionais me pediu ajuda para conseguir a instalação de três ventiladores em cada sala. Vivemos num Estado onde a temperatura média é de 35 graus. Passei a informação ao coordenador do núcleo estadual de execução penal que está tentando agendar uma audiência com o Secretário de Segurança para tratar de vários assuntos entres eles requerer a instalação desses ventiladores.
Bom, é isso o que eu faço para tentar diminuir o analfabetismo, além é claro de pagar todos os meus impostos. A propósito o que vou pagar de imposto de renda esse ano... dava para comprar muitos ventiladores de teto...

domingo, 13 de abril de 2008

FINALIZANDO

Estive ausente por alguns dias porque resolvi tirar férias.
Estava com receio de estar cansando minhas amigas com essas crônicas da viagem. Mas, a pedidos vou contar um pouco mais do Panamá.
No dia em que fomos à praia, o motorista do ônibus travou um diálogo comigo.
Assim que eu disse que éramos do Brasil ele olhou para mim e falou: favela e fez um revólver com a mão, emitindo sons de bang e bang.
Eu fiquei admirada com aquilo. Enquanto ele continuava com aqueles gestos eu imaginei será que todo estrangeiro pensa que o Brasil é um grande favelão?
Aí ele me disse que havia assistido a uma película sobre o Brasil. Eu perguntei se era Cidade de Deus e ele respondeu afirmativamente.
Expliquei a ele que o Brasil não era só aquilo que ele havia visto no filme. Ele relatou que assistiu também à novela Pantanal (aquela antiga com a Cristiane Oliveira) e que gostou muito. Senti-me aliviada.
O segundo dia de Conferência foi muito proveitoso (o primeiro foi só abertura). Pedi o aparelho de tradução e escolhi o espanhol, que não ajudou muito, mas deu para entender um pouco.
Almoçamos no evento, pois, a refeição já estava incluída na inscrição.
Nessa noite a programação social se deu no Ministério das Relações Exteriores, um lugar mui belo situado no Casco Antigo.
Foi oferecido um coquetel e apresentada danças típicas da região.
No terceiro dia a Desembargadora Shelma fez a palestra e houve eleição da representante para a América Latina e para o Caribe. À noite, o Consulado do Canadá ofereceu um coquetel no terraço do Canal do Panamá.
Nessa noite resolvemos assistir a um show de jazz num lugar chamado Platea bar. Um cubano era o vocalista, havia um baterista, um músico no contrabaixo e outro no sax.
A gafe da noite foi a nossa insistência com as recepcionistas que estavam sob as tendas armadas do outro lado da rua contrário ao bar. Descemos do táxi e ficarmos discutindo com aquelas moças e com os seguranças.
_ Nós fizemos reservas, veja está em nome de Eduardo._ dizíamos com propriedade.
O outro grupo que havia chegado em nossa frente veio ao nosso encontro e nos explicou que ali não era o bar e sim cenário de um filme do 007.
Agora está explicado porque tantos seguranças e porque tanta gente vestida de branco descia de limusines e carros importados. Eram os figurantes.
No quarto e último dia tivemos palestras durante o dia e a tarde foi livre. O evento foi encerrado com um jantar de gala.
A Conferência serviu para conhecermos os problemas de mulheres de outros países. Problemas não muito diferentes dos nossos, mas que são resolvidos de formas distintas. Foi uma troca de informações muito útil. Pudemos visualizar que o Brasil está caminhando para a melhoria da qualidade de vida de suas mulheres.
O que mais me chamou a atenção foi a participação do Afeganistão, com duas representantes.
A próxima Conferência será em Seul daqui a dois anos. Lola vc fala essa língua aí?





Visão diúrna do local onde estava sendo filmado 007

terça-feira, 8 de abril de 2008

A abertura do evento

Na terça feira, logo após o café, eu e a Ana fomos “cambiar” travel cheque numa casa de câmbio próxima ao hotel. Eu havia levado dólares e pedi para trocar na própria recepção do hotel. Em razão do número muito grande de dólares falsificados que circulam na cidade do Panamá os hóspedes são obrigados a assinar um termo de responsabilidade.

Depois fomos ao salão para fazer as unhas. Quinze minutos e estávamos liberadas. Unhas bem feitas só no Brasil mesmo.

Fomos ao Hotel Miramar onde aconteceria o evento para nos credenciar e pegar a pasta.

Recebemos uma bolsa de tecido bordada, muito bonita, com o material necessário.

Resolvemos almoçar no shopping: eu, Ana, Karol Rotini (minha chefe), Marilise e Jacy (vice-prefeita de Cuiabá).

Assim que chegamos ao Multi Plaza a Ana viu uns relógios lindos e perguntou os preços. Eram muito em conta. Ela disse para moça:

_ “Siábado” volto a cá._

_ Eu não agüentei. “Siábado” nós vamos embora. kkkkkkkkkkkkkkkkk

_ Antes de siábado._ kkkkkkkkkkkkkkkkk

Almoçamos no shopping e voltamos a tempo de arrumar os cabelos.

Cheguei no salão e disse que queria fazer uma escova.

A atendente me olhou com uma cara estranha. Eu gesticulei como o Caco Antíbes, do Sai de Baixo, fazia quando se referia ao cabelo da Cassandra, fiz igualzinho.

A mulher olhou para mim e disse: “blower”.

O cabeleireiro me disse que escova para eles é vassoura. Por isso a moça fez cara de espanto quando eu disse que queria fazer uma escova no cabelo.

A abertura da Conferência aconteceu num dos salões do Hotel Miramar.







Fotos tiradas de dentro do hotel Miramar

O evento começou às 18h00. Foi uma cerimônia curta e bonita.

Depois da abertura fomos ao Bamboleio, um lugar para bailar. Retornamos cedo, pois, no dia seguinte, o evento recomeçava às 8h00. Mas ainda assim, nos divertimos muito!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A praia do oceano Pacífico

A programação de segunda-feira foi um passeio a praia.

Estávamos ansiosas para conhecer o Pacífico.

Só tínhamos a segunda livre, na terça era abertura da Conferência.

Alugamos um micro-ônibus e fomos.

A praia mais próxima era Santa Clara que ficava a uns 100 km de distância.

No caminho fiquei prestando atenção nos outdoors. Vi anúncios de financiamento de casa própria a U$ 30,00 a quinzena.

As construções também chamaram nossa atenção. Todas as casas eram muito baixas, sem caída.

Chegamos quase na hora do almoço.

De brinde ganhamos duas barracas (fixas) com três redes cada.




Pedi lagostin (uns camarões graúdos) e mais uma porção de frango e fritas. Os preços eram bem razoáveis. Eu e a Ana gastamos U$ 22,00 com sorvete de sobremesa.

A bebida, o grupo resolveu levar em isopor.

A água é muito morna. A areia escura. As praias do Panamá não possuem estrutura como as nossas: cadeiras, guarda-sol e ambulantes não existem.

Havia uma banana-boat, triciclos e jet-sky para alugar, nada mais.

Os banheiros são precários. O atendimento nos bares, restaurantes e similares deixa a desejar.

No céu muitas gaivotas embelezam a paisagem.

Em meio ao clima de descontração, a dra. Juanita, Juíza de direito em Várzea Grande, MT, perguntou:

_ Como é que é mesmo o nome dessas pombas estrangeiras?

_ São gaivotas Juanita._ Respondeu a Adriana.

Retornamos para o hotel por volta das 17h00. O trânsito na rodovia estava intenso. Aliás, o trânsito na cidade do Panamá é horrível. Uma loucura. Os carros se metem na frente uns dos outros. Não há preferência, pouca sinalização e cortesia nenhuma. É costume tocar a buzina por qualquer coisa. Tem carros demais, provavelmente pelo preço acessível. Aliás, um Toyota como esse da foto abaixo custa U$ 12.500. Se for efetivo (em dinheiro) o comprador ainda ganha desconto. Caminhonete Prado da Toyota, Mercedes e outros carros luxuosos se cruzam o tempo todo nas ruas de Panamá.






Outro detalhe que me chamou a atenção: placas só na traseira do carro.

À noite uma parte do grupo resolveu jantar num restaurante requintado chamado Chalé Suíço. Muito lindo!

Logo na entrada há um pianista, que trabalhou com rei Roberto Carlos. Para nos homenagear tocou bossa nova e outras músicas brasileiras.

A sugestão foi do gerente do hotel, Eduardo.

Meu prato ficou em 19 dólares.

Foi uma noite bastante agradável.

domingo, 6 de abril de 2008

Domingo de Páscoa no Panamá

Depois de termos batido perna durante o dia inteiro no sábado, não tivemos pique para programação noturna.

Eu, Silvia, Marilise Steves, presidente da BPW-Cuiabá (Business professional Women) e o gerente do hotel, um português residente no Panamá há alguns meses, que acabou se aproximando do grupo em razão do incidente no restaurante, jantamos no terraço da piscina do hotel.

No dia seguinte eu, minha marida, minha amiga fina: Marilise, Adriana, Juíza de direito em Primavera, MT e seu marido Eduardo, empresário do ramo de turismo em Cuiabá, organizamos um city tour entre nós. A maior parte do grupo já havia comprado no Brasil um passeio pela cidade, mas eu e a Ana achamos o preço salgado: U$ 150,00 incluído o almoço. Imaginei que pelo valor o grupo conheceria toda a cidade do Panamá e almoçaria numa churrascaria estilo Porcão.

O nosso city tour com almoço ficou em quarenta e seis dólares. Segundo a Adriana e seu marido, o preço médio cobrado por um passeio como esse é de U$ 40,00 em qualquer lugar do mundo.

Conhecemos o centro histórico da cidade: Casco Antigo.





A Zona colonial ou Casco Antigo representa a segunda vila de Cidade do Panamá, fundada em 1673, substituindo assim a primeira, que se achava em ruínas, após o ataque do pirata.

Fomos ao bairro São Felipe com as ruas estreitas e a Igreja de São José, de 1671, que em seu interior conserva um maravilhoso altar de ouro.





Visitamos algumas lojas de souvenirs, onde aproveitei para tirar foto da Ana em meio às máscaras típicas dos panamenhos.




Almoçamos no restaurante Miraflores, dica do Eduardo, gerente do hotel, sempre interessado no bem estar da minha amiga Marilise. Esse restaurante fica de frente ao Canal do Panamá, no segundo andar do prédio onde se concentra o museu, terraço panorâmico e administração do canal.

O Eduardo (português) nos avisou para não pagar entrada. Logo na portaria comunicamos que almoçaríamos no restaurante.

O almoço foi maravilhoso: buffet completo com direito a champanhe francesa e de sobremesa deliciosas tortas e fondue de frutas com chocolate. É mole? Me senti...

Ao voltarmos para o hotel demos um mergulho na piscina e fomos descansar.




A noite eu, Ana, Silvia e dr. Douglas, Juiz em Juara, MT resolvemos conhecer um cassino. Panamá tem muitos. Escolhemos o Crown.

Fomos caminhando até o local. Disseram-nos que é muito tranqüilo e seguro. Acreditamos. Só eu e a Ana apostamos na roleta. Perdemos uma fortuna: cinco dólares.

Panamá oferece muitas opções de cassinos, mas os amantes desse tipo de entretenimento: cuidado! Muitos cassinos panamenhos já foram multados por irregularidades nas cartas.

Uma hora depois estávamos de volta ao hotel.





sábado, 5 de abril de 2008

CONHECENDO PANAMÁ

Nosso segundo dia no Panamá foi muito gostoso.
Tomamos um maravilhoso café da manhã com omelete, croissant, cereais e demais guloseimas.
Depois de dormirmos e acordarmos juntas era um tal de marida para cá, marida para lá...
Logo após o desjejum fomos conhecer um dos shopping: Multi Plaza, onde as melhores grifes do mundo estão presentes.

Após esse passeio consumista, fomos ao Causeway, um ponto turístico, onde se situam os melhores bares e restaurantes da cidade do Panamá. É do Causeway que sai um passeio de navio às 8h00 e só retorna às 16h00. Não tivemos tempo para esse programa.

Almoçamos no Albertus, um restaurante muito aconchegante, que serve frutos do mar e massas.
Acabei optando por um bom canelone de carne e champinhon. Não me arrependi pelo pedido, estava simplesmente de comer rezando.
Assim que todas se serviram tivemos o desprazer de ver uma de nossas colegas se desesperar em razão da sua bolsa ter sido furtada.
Felizmente o marido de uma Juíza que tem agência de turismo no Brasil acabou acompanhando a Silvia até a Delegacia.
Enquanto eles tomaram as providências devidas, “nos outros” fomos conhecer mais um shopping, dessa vez foi o Albrook.


E lá no Albrook entramos numa loja chamada Dorians, onde os preços estavam sensacionais. A minha marida acabou comprando uma boa parte do estoque.
Depois de quase duas horas de pé, resolvemos nos sentar numas poltronas massageadoras que haviam num dos corredores do shopping.
Quis conferir: coloquei 25 centavos de dólares para receber um minuto de massagem.
Quase morri de susto e a Ana quase morreu de tanto rir de ver minha cara de desconforto.
Pensei que fosse receber uma massagem e recebi umas belas de umas pontadas nas costas. A poltrona tremia sem parar e Ana sem força, ainda conseguiu me fotografar. Eu acabei entrando no embalo e quase me mijei de tanto rir também.

Ao final das compras, já era noite, quase 21h00, decidimos tomar um táxi para voltar ao hotel. Não foi fácil conseguir um. Esse shopping fica perto da rodoviária, portanto, tivemos que competir com os passageiros que estavam chegando de viagem. Finalmente quando paramos um, só tivemos tempo de perguntar quanto seria a corrida. Nos alertaram sobre isso: sempre tratar o preço antecipadamente. Nenhum veículo que faz esse tipo de transporte no Panamá possui taxímetro.
Mais um detalhe: é comum os táxis, mesmo ocupados, pararem para outros passageiros entrarem. Aconteceu conosco. O motorista andou uns 100 metros e foi parado por uma loira que disse que queria ir a um hotel onde alguém a aguardava. Ela entrou e a Ana virou para mim e perguntou se era lotação.
No caminho a loira, tirou a jaqueta e retocou a maquiagem.
Sei lá entende?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A PARTIDA E A CHEGADA EM PANAMÁ

Embarcamos às 3h da madrugada do dia 21, Sexta-feira Santa. Chegamos em São Paulo às 6h30, mas são duas horas e meia de vôo. Somente às 9h30 começou o check in para embarcamos às 12h pela Copa Airlines.
No avião cometi meu primeiro fora assim que o serviço de bordo começou:
_Carne ou” moio”?
Era quase 13h, eu estava morta de fome e a aeromoça me perguntou em espanhol se eu queria carne ou “moio”? Claro que eu disse que queria carne, “sustância”, vou querer molho?
Abri a embalagem e lá estava uma carne macia que não soube identificar qual era e arroz. A salada veio separada. Tinha também um pãozinho, requeijão e sobremesa.
Foram seis horas e meia de vôo e chegamos ao Panamá por volta das 17h30, horário local. A diferença de fuso é de duas horas a menos que Cuiabá.


Nos instalamos no Crowne Plaza, um excelente hotel que disponibilizou suítes muito espaçosas para quase toda a delegação.




Minha companheira de quarto foi a Ana Emília que se encarregou do nosso registro.





É isso mesmo que você viu: uma cama de casal!
Eu estava no banho quando a Ana subiu com o porteiro e as malas.
_Tânia você está vestida? O moço está entrando com a bagagem.
_Pode entrar, a porta do banheiro está trancada._ Gritei.
O moço colocou as malas no chão e saiu, não sem antes dar aquele sorrisinho com cara de safado para a Ana.
Ele deve ter pensado que fomos participar de uma Conferência de lésbicas porque todas as suítes ocupadas por nós eram compostas de cama de casal.
Descemos para jantar no restaurante do próprio hotel.
Abri o menu e lá estava: chicken/pollo. me dei conta de que pollo se pronuncia “poio” em espanhol, portanto, a comissária ofereceu carne ou frango. Eu entendi “moio”. Santa ignorância.
Assim que sentamos o garçom nos serviu água gelada em taças com gelo.
Tomamos o primeiro copo e ele encheu outro. A Ana não hesitou:
_ Porque tanta água?
_ Faz bem para a saúde._ Respondeu em espanhol.
_Quanto custa?
_ Nada.
_ É costume servir água?
_ Sim. A água do Panamá é uma das melhores do mundo. É vulcânica.
Jantamos “chicken breast”. Estava delicioso. Fomos dormir: de costa uma para outra.
Amanhã continuo.