terça-feira, 28 de janeiro de 2014

PEIXE NA CHAPA


Domingo passado estive numa peixaria chamada "Peixe na Chapa", (se fosse minha seria "Peixe na Tchapa") que fica na avenida Antártica, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá, MT.
O jornal a gazeta fez uma reportagem com o Hélio, proprietário do estabelecimento há uns 15 dias e hoje fui lá para conferir.
O lugar é muito simples. Cobra-se R$ 34,00 por pessoa e você come a vontade a especialidade da casa, arroz, vinagrete, mandioca e pirão. Do nosso filho foi cobrado R$ 10,00. Não sei qual o critério utilizado, mas ele aparenta ter menos de 10 anos.
O peixe na chapa é a única forma como o prato é servido. Você pode escolher um peixe inteiro e daí ele é posto na chapa e servido com os acompanhamentos. Nesse caso o preço é outro.
Aberto de terça a sexta no almoço e jantar. Nos sábados, domingos e feriados somente no almoço.
Vale a pena conferir: 65 9606-4012 ou 3626-5757.

domingo, 26 de janeiro de 2014

RECEITA DE NOISSETES DE BATATA

Então gente, eu também gosto de cozinhar e experimentei fazer noissetes de batata domingo passado.
Pesquisei na internet e tirei a receita original deste site . Só que antes de fazer li todos os comentários e dei uma olhada em outra receita.
Aí juntei as duas receitas e as dicas e fiz assim:

De véspera, ou seja, no sábado, cozinhei quatro batatas graúdas (cerca de 700 gramas)  por 20 minutos. Usei as batatas lavadas mesmo, pois, as "asterix" são difíceis de achar aqui. Retirei elas antes que ficassem muito macias. Esperei esfriar, descasquei, amassei com garfo, coloquei um ovo, acrescentei duas colheres de sopa farinha de rosca, uma colher de sobremesa de sal, meio dente de alho e um quarto de cebola ralada. Enrolei as bolinhas, passei na farinha de rosca e coloquei numa assadeira. Cobri com filme e coloquei no congelador. Porque fiz na véspera? Porque a segunda receita que eu li, falava em colocar no congelador por cerca de 2 horas. Como no domingo de manhã gosto de ir para cozinha um pouco mais tarde, lá pelas 11h00, achei prudente deixar a receita pronta. No domingo um pouquinho antes de fritar tirei do congelador e fritei poucas bolinhas de 8 a 10 em óleo bem quente. Retirei com escumadeira e coloquei sobre papel toalha para escorrer. Essa porção serviu 3 pessoas fartamente.

Depois de fritas, não guarde-as no forno de microondas, elas murcham um pouquinho. Para não esfriar muito deixe-as ao lado do fogão antes de servir.

Bom apetite!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Homem é encontrado morto após transar com porca

 
Um caseiro de 52 anos foi encontrado morto entre os porcos em um chiqueiro na cidade de Tapurah, no interior do Mato Grosso. Segundo informações da Polícia Civil, o caseiro foi encontrado pelo dono da fazenda na manhã do sábado, caído no chiqueiro, nu e com a cueca em um dos pés. Segundo os policiais, a principal suspeita é de que o homem tenha tido uma morte súbita enquanto fazia sexo com uma leitoa que estava amarrada no local.
"Tudo indica que ele teve um infarto ao fazer sexo com a leitoa que estava amarrada. Nós encontramos garrafas de bebida alcoólica e um pacote de preservativos com uma camisinha faltando", disse o investigador e escrivão Alcemir Matos.
Segundo Alcemir, o corpo do caseiro foi dilacerado pelos animais. "O corpo foi dilacerado pelos porcos. Quando o dono da propriedade o encontrou, ele estava sem o órgão genital, parte da coxa, braço e parte do rosto", disse.
A polícia aguarda o laudo conclusivo do Instituto Médico Legal para registrar a causa da morte do homem.

Fonte: folha de Dourados

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Designer mato-grossense vai reconstruir rosto de Santo Antônio em 3D para expor na Itália


O 3D designer Cícero Moraes, morador de Sinop (500 km de Cuiabá), foi contratado pelo Museu de Estudos da Universidade de Pádua, na Itália, para fazer uma reconstrução em 3D do rosto de Santo Antônio – conhecido como o Santo Casamenteiro no Brasil.

O trabalho deverá ser concluído até novembro deste ano para uma exposição aberta ao público, no continente europeu. O projeto Volto di Sant'Antonio foi encomendado ao grupo de pesquisas Arc-Team, da Itália, que tem a colaboração do artistas de Mato Grosso.

A imagem que conhecemos de Santo Antônio apresenta um rosto com traços finos e delicados. Cícero explicou que essa feição conhecida por fiéis no mundo todo representa um desafio para a equipe de reconstrução.

“Pelas pesquisas que fizemos até o momento ele provavelmente tinha um rosto mais robusto e usava roupas mais simples do que aquelas que vemos hoje em pinturas e estátuas, uma vez que a ordem franciscana tem como uma de suas premissas o desapego aos bens materiais. Não queremos derrubar o legado de Santo Antônio, e sim, cientificamente, conhecer melhor essa figura tão importante para o mundo,” destaca o 3D designer Cícero Moraes.

Além das referências históricas, Cícero tem algo precioso que pode ajudá-lo a chegar a quase 70% do que seria o rosto verdadeiro do santo. Os ossos e o crânio estão conservados. O corpo repousa na Basílica de Santo Antônio de Pádua, na Itália, onde um grupo de frades toma conta dos restos mortais e se encarrega de estudos sobre a vida e a obra do santo.

“É com base no crânio dele que conseguimos informações e referências para nos aproximarmos do homem que realmente foi. Não há precisão de 100% nesse trabalho, mas com base em outros que fizemos, podemos afirmar que características básicas e marcantes podem ser evidenciadas trazendo à luz uma face muito compatível com aquela que ele teve em vida”, destaca.

Currículo

Cícero Moraes é especialista em criar imagens em 3D para peças comerciais e jogos utilizados em computadores, com trabalhos desenvolvidos para clientes brasileiros e de outros países. Nos últimos dois anos estuda e desenvolve reconstruções faciais.

O designer também foi convidado para atender a Campus Party, um dos maiores eventos de inovação tecnológica, internet e entretenimento eletrônico do mundo, que será realizada de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2014 em São Paulo.

Cícero usa um programa livre de computador chamado Blender para a modelagem 3D e precisa também de estudos aprofundados sobre reconstrução de faces, odontologia, história, antropologia e outras ciências.

Na Itália, entre outros, Cícero atua em parceria com o grupo de pesquisas arqueológicas Arc-Team, formado por antropólogos e arqueólogos, dentre eles Luca Bezzi.

No Brasil, Cícero tem como parceiros o Museu Egípcio e Rosacruz, o Museu de Arqueologia Ciro Flamarion Cardoso, o Centro de Tecnologia Renato Archer (CTI) de Campinas-SP, o OFLAB-USP (Laboratório de Antropologia e Odontologia Forense da USP), além do especialista em Odontologia Legal, Paulo Eduardo Miamoto Dias.

Fonte:

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Defensor mato-grossense atua em caso inédito de refugiados políticos

Defensor Interamericano de Direitos Humanos, o mato-grossense Roberto Tadeu Vaz Curvo conseguiu decisão favorável em caso inédito no país referente à família de refugiados políticos do caso do ex-presidente peruano Alberto Fujimori. Escolhido entre vários Defensores, Roberto e o Defensor Público paraguaio Gustavo Zapata Baez fizeram um trabalho que agora passa a orientar todas as defesas da Corte Interamericana, bem como demais Tribunais Nacionais sobre refugiados políticos.

A família peruana entrou na Bolívia de forma irregular, entretanto, logo em seguida se apresentou a repartição de imigração para pedir asilo por ser refugiada. Mesmo assim, contudo, acabou expulsa sumariamente, conforme explica trecho da sentença. Ao chegar ao Peru, o casal e os três filhos, inclusive crianças, acabaram presos.

“Eles foram expulsos sem o devido processo legal, não tiveram direito a defesa, não foram notificados e sequer puderam interpor recurso, devido ao tempo extremamente curto”, explicou Roberto.

Após ser presa, a família foi julgada e absolvida e, então, denunciou o caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos e como não houve entendimento entre as partes, o caso foi encaminhado à Corte Interamericana e assumido pelos Defensores Roberto e Gustavo.

Os argumentos apresentados por ambos foram acolhidos e o Peru condenado a pagar indenização por danos materiais e imateriais, bem como a implementar programas de capacitação permanente para os funcionários da Direção Nacional de Imigração, da Comissão de Refugiados e qualquer outro que tenha contato com imigrantes ou pessoas que pedem asilo.

A Justiça também ordenou a publicação do resumo oficial da sentença elaborado pela Corte no Diário Oficial e em um veículo de comunicação de grande circulação, bem como disponibilização da sentença na íntegra, por um ano, em um site oficial e ainda a reparação de gastos do Fundo de Assistência Legal das vítimas da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

A família hoje reside no Chile, que inclusive, os acolheu como refugiados. No período em que faziam a defensa do caso, Roberto e Gustavo chegaram a ir ao Chile e conversaram com a família na sede da Defensoria Pública daquele país. A decisão saiu na segunda quinzena de dezembro.

Escolha

Roberto Vaz Curvo, que também é Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública de Mato Grosso, conta que ao integrar a Corte Interamericana, passou por um período de capacitação e estava preparado para ser acionado. “Esse caso foi o primeiro de refugiados que a Corte julgou, por isso quero disponibilizar os documentos originais nos arquivos da Defensoria para que colegas e estudantes tenham acesso”.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maranhão tem Raposa


Recentemente estive com a minha família a passeio em São Luis, no Maranhão. Um Estado hospitaleiro, muito pobre (pior renda per capita entre as unidades da federação, ocupa o 26.º lugar de Índice de Desenvolvimento Humano), mas com inúmeros atrativos para turistas.

O animal raposa é caçador oportunista e apanha sua presa viva. A caminho do Município de Raposa, a fim de conhecer a baía de São Marcos, onde fica localizada a Ilha Curupu, reduto de lazer privado da família Sarney, a guia nos contou uma historinha: “depois de uma grande chuva, Roseana ligou para José Sarney para avisar que Maranhão estava debaixo d´água, e então o Senador perguntou: qual parte, a minha ou a sua? ”  Complementou dizendo que qualquer problema de saúde da primeira família é tratado pelo Hospital Sírio Libanês.

Além de Raposa, São José do Ribamar, onde fica a Praia do Araçagy, aquela cuja maré que engoliu 100 carros no primeiro dia do ano, há ainda Alcântara, cidade histórica com várias ruínas que merece ser visitada.

Na virada do ano o Governo do Estado patrocinou show para a população com Alcione, Latino e a dupla César Menotti e Fabiano, além de um grande espetáculo pirotécnico.

Num final de tarde por falta de taxi, tomamos ônibus para voltar ao hotel. Dois dias depois vimos à notícia da morte da menina atingida pelo fogo ateado num coletivo.

Segundo informações o evento foi uma reação aos maus tratos sofridos pelos detentos de Pedrinhas por parte dos agentes estatais.  Fato é que desde o dia 23 de Dezembro a imprensa nacional vinha noticiando que mulheres e irmãs de presos estavam sendo estupradas sob as ordens dos líderes das facções criminosas e somente hoje o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher emitiu nota a respeito do assunto.

Só em 2013 morreram 59 presos em Pedrinhas. Vivem no complexo cerca de 2.500 homens, em um espaço projetado para 1.700. Metade dessa população ainda não foi julgada. Segundo o juiz do CNJ, Douglas de Melo Martins, boa parte é réu primário e acusado de crimes mais brandos, que poderiam responder o processo fora do presídio. Detidos por não pagar pensão ou por porte ilegal de arma estão junto de presos mais perigosos.

No final de 2012 presos das cadeias de Santa Catarina aterrorizaram a grande Florianópolis agindo da mesma forma que os do Maranhão.

Os presídios não podem nos governar. O Estado precisa estar presente nestes espaços oferecendo o mínimo necessário para que as organizações criminosas não assumam o comando desses estabelecimentos.

Maranhão foi o segundo Estado a conferir o maior número de votos a eleição da atual presidente, portanto, intervenção federal é algo fora de cogitação. Torcemos para que fatos como o ocorrido em São Luís não se repitam em outros locais.

Tânia Regina de Matos é Defensora Pública em Mato Grosso

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Pelo Skype, Nancy Andrighi recebe mais advogados

Fonte: Consultor Jurídico

Em um ano em que advocacia e Judiciário pareceram estar em pé de guerra por conta da implantação do Processo Judicial eletrônico, a tecnologia serviu para aproximar advogados ao Superior Tribunal de Justiça. Isso porque, em 2013, advogados passaram a poder despachar com a ministra Nancy Andrighi de casa ou do escritório, pela internet, via Skype — programa de telefonia com vídeo pela internet.
Às terças-feiras (e às vezes em outros dias também), a ministra senta à mesa de reuniões de seu gabinete com uma pilha de petições e memoriais à mão. Esses são os documentos dos processos que ela vai discutir com os advogados — cerca de 15 por dia — nas audiências virtuais. À sua frente, um notebook, pelo qual ela, na hora marcada, vê o advogado e se deixa filmar, dando início às conversas.
Durante todas as audiências acompanhadas pela ConJur, no dia 3 de dezembro, Nancy Andrighi agiu com desembaraço perante a câmera, discutindo o processo como se o advogado estivesse sentado à mesa. Assessores eram acionados para fazer ajustes no computador ou trazer documentos necessários, mas a ministra parecia ter o processo na ponta da língua. Na capa de cada pasta de processo, fica grampeada uma folha em que ela faz suas anotações sobre o caso.
A facilidade da ministra para lidar com a tecnologia é elogiada pelos advogados que podem despachar com ela sem sair de casa — do Rio Grande do Sul, de Mato Grosso, do Rio de Janeiro, de São Paulo, e até de Brasília alguns que estariam mais tarde no tribunal para a sessão de julgamentos.   
As regras da etiqueta seguidas no gabinete, porém, não se refletem em todas as conferências virtuais. Enquanto alguns advogados se apresentavam à ministra de terno e gravata, tendo ao fundo obras de arte do escritório em que trabalham, ou uma parede branca, outros, no conforto do lar, apareciam como quem acaba de sair da cama, com a camisa polo desabotoada, os pelos do peito à mostra, em um cenário com direito a brinquedos de criança espalhados pelo chão.
As mudanças de cenário e de indumentária, porém, não pareciam tirar a concentração da ministra, que discutia com afinco as peças. No dia 3 de dezembro, foi possível observar discussões interessantes. Em um caso, a ministra concordava com o argumento do advogado, mas ele não havia prequestionado o dispositivo legal que discutia na petição ao STJ. Depois de ouvir o operador do Direito, Nancy disse que iria “fazer um esforço hercúleo” para aceitar o recurso, pois a decisão questionada ia contra a jurisprudência do STJ.
Em outro caso, o mais interessante do dia, o advogado insistia que a ministra aceitasse os chamados terceiros embargos — Embargos de Declaração nos Embargos de Declaração nos Embargos de Declaração do Recurso Especial — de um caso onde seguradora e agente financeiro discutiam a quem caberia pagar as indenizações devidas a pessoas que perderam seus apartamentos num prédio que desabou em Recife, logo após sua inauguração.
Ao ouvir do representante da seguradora que o processo era complicado e que merecia discussão, Nancy Andrighi foi direta: “Será mesmo que merece, doutor?!”, questionou. Para o advogado, uma decisão favorável ao pagamento imediato da indenização aos moradores, abriria as porteiras para uma “indústria do dano moral”. Para a ministra, porém, não caberia falar nisso. “Doutor, se há uma indústria, é a de construir apartamentos com defeito, que deixaram essas pessoas sem casa há 15 anos. Se não querem que isso crie jurisprudência, paguem o que devem a essas pessoas e depois, se quiserem, vá reclamar com o agente financeiro que financiou o empreendimento”, sugeriu, com firmeza. “O que não é admissível é deixar essas pessoas nesse sofrimento por tanto tempo, elas que não têm nada a ver da briga da seguradora com a financeira”. O advogado sentiu o choque e prometeu levar o ponto de vista da ministra a seu cliente.
Para estar a par dos processos que vai discutir com os advogados nas sessões de terça-feira, a ministra usa as noites de segunda-feira para ler os processos e memoriais que serão levados para a audiência. “As noites de segunda-feira são sagradas para leitura, e as manhãs de terça, para atendimento”, define.
Com isso, diz Nancy Andrighi, ela passou a ganhar tempo para julgar os processos em seu gabinete. A explicação, diz ela, é que pelo Skype não tem cafezinho nem conversa fiada. Por isso, é possível receber mais advogados em menos tempo. Conhecida por ser direta, a ministra foi, em 2012, quem mais julgou no STJ, tendo recebido 9.043 processos e julgado 19.946, segundo os dados do Anuário da Justiça Brasil 2013.
A ministra foi a primeira a adotar as audiências via Skype, depois de uma tentativa de receber os advogados em audiências abertas. A iniciativa das audiências coletivas não foi bem recebida, pois os advogados reclamavam de levar “broncas” da ministra na frente de colegas. Já as reuniões virtuais parecem estar rendendo bons frutos, sendo alvo de elogios entre todos os que aparecem na tela do computador da ministra e a recebem, da mesma maneira, em casa ou no escritório, nas telas de seus computadores.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Ministério da Justiça lança aplicativo Sinesp Cidadão



O SINESP Cidadão é um aplicativo que permite ao cidadão consultar informações de veículos roubados e furtados, registrados na base nacional do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito). Após instalar o aplicativo, basta o cidadão digitar a placa para saber a situação do veículo. Em caso afirmativo para o registro de furto ou roubo, aparecerá a informação destacada em vermelho. Ao tocar nesta informação o aplicativo realiza uma ligação para a Polícia através no número 190. Em caso de clonagem de placa o usuário deve observar no resultado da consulta, se as informações referente a marca / modelo / cor conferem com o veículo cuja a placa foi consultada.

Vale destacar, que nenhum cidadão deve fazer abordagem ou se aproximar de veículos cadastrados no sistema com registro positivo de furto, roubo ou clonagem de placa, devendo acionar a Polícia pelo telefone 190 para que uma equipe seja direcionada ao local, onde será feita a checagem das informações. A iniciativa do Governo Federal através do SINESP Cidadão tem como objetivo possibilitar a consulta de dados de veículos cadastrados na base nacional do DENATRAN, ampliando a inclusão digital e a proteção da sociedade brasileira, com a participação de todos os cidadãos.

O aplicativo foi idealizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), órgão do Ministério da Justiça e desenvolvido juntamente com o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO).
Para baixar o aplicativo gratuito, acesse a loja do Google (Play) ou a loja Apple Store e procure por SINESP CIDADÃO.


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Desembargador dá aula a Juiz que mandou Defensor estudar

Estou de férias... com tempo de sobra para ler postagens do face e de outros blogs. Achei esta muito interessante no blog Apenas uma forma de expressão. Confira!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Estilista de Denise fica em terceiro lugar no 19º Prêmio Francal Top de Estilismo


   Clique na foto para ampliar
Estilista de Denise participa da cerimônia do 19º Prêmio Francal Top de Estilismo

A estilista Aulameides Pedrosa S. Costa recebeu no dia 28 de outubro na cidade de Franca-SP, o premio referente ao 3º lugar na categoria de Calçados e Bolsas de Material Reciclado na cerimônia de premiação do 19º Prêmio Francal Top de Estilismo, com uma bolsa confeccionada a partir de fibra de coco que é um material abundante em nossa região. 

Terceira colocada, de 41 anos, entrou para o setor por acaso, mas garante que sempre teve como um de seus maiores prazeres a criação.

Antes de estudar Moda na UNIP de Cuiabá, Aulameides trabalhou por 15 anos como costureira em uma fábrica de camisetas. Buscando fazer algo diferente, pensou em cursar Administração; foi sua filha quem sugeriu que ela continuasse na área e estudasse Moda a fim de se diferenciar no mercado.

Ela foi residir em Denise após o convite do prefeito Pedro Tercy para trabalhar como designer em uma confecção que seria implantada na cidade dentro do programa de geração de emprego e renda desenvolvido no município, para que compartilhasse o seu conhecimento e a experiência no setor de confecção.

Para a estilista, ganhar o Prêmio foi uma ótima oportunidade de mostrar que seu trabalho com a fibra de coco tem futuro. Ela diz, inclusive, que já pensa em buscar parcerias com entidades de apoio ao seu projeto.
 
“Sempre lutei para alcançar meus objetivos. Sempre corro atrás e tenho certeza que posso ser escolhida”, disse ela.

Conforme destacou o prefeito Pedro Tercy este foi um momento de orgulho para nosso município, uma candidata entre tantas do Brasil, teve o seu trabalho e talento premiado em um concurso de renome nacional, e com toda a certeza foram os bons ventos que a trouxe para nossa cidade.

Fontes: Barra do Bugres News (www.barradobugresnews.com.br) e http://www.reporternews.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Honorários de advogado podem ser penhorados do salário do devedor

A impenhorabilidade dos salários, prevista no inciso IV do artigo 649, do Código de Processo Civil, não deve ser tomada ao pé da letra. Antes, precisa ser interpretada em consonância com a sua real finalidade, em atenção ao critério da razoabilidade. Com este entendimento majoritário, a 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acatou recurso que irá permitir o desconto de honorários advocatícios diretamente da folha salarial da parte que perdeu a causa.
A relatora do Agravo de Instrumento, desembargadora Elaine Harzheim Macedo, negou a penhora, com base na literalidade deste dispositivo do CPC, independentemente de a pretensão se fundamentar em créditos que também sejam alimentares — no caso, honorários de sucumbência. A decisão foi tomada na sessão do dia 28 de novembro.
O desembargador Gelson Rolim Stocker, porém, abriu divergência. Responsável por redigir o acórdão, Stocker afirmou que a verba honorária devida ao advogado — tanto a contratual como a de sucumbência — possui natureza alimentar, posicionamento que vem sendo acolhido pelo Superior Tribunal de Justiça.
Para Stocker, a penhora de parte dos valores excepcionalizados pelo dispositivo não só deve ser permitida como vai, exatamente, ao encontro dos princípios que nortearam tanto a limitação da penhora como a sua excepcionalidade — tudo previsto na regra legislativa.
Nesta linha, o magistrado também se socorreu da jurisprudência do STJ. Diz o excerto de ementa da REsp 1326394/SP, relatado pela ministra Nancy Andrighi, em julgamento realizado na sessão do dia 12 de março de 2013:
‘‘(...) A regra do art. 649, IV, do CPC, constitui uma imunidade desarrazoada na espécie. Isso porque: (i) a penhora visa a satisfação de crédito originado da ausência de repasse dos valores que os recorrentes receberam na condição de advogados do recorrido; (ii) a penhora de parcela dos honorários não compromete a subsistência do executado; e (iii) a penhora de dinheiro é o melhor meio para garantir a celeridade e a efetividade da tutela jurisdicional (...)’’.
Clique aqui para ler o acórdão.

Fonte :Revista Consultor Jurídico, 6 de janeiro de 2014
Jomar Martins é correspondente da revista Consultor Jurídico no Rio Grande do Sul.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Destino São Luís, Maranhão


Acabo de chegar de São Luiz, MA, onde passei a virada de ano com a minha família. Foram 6 dias muito agradáveis onde conhecemos lugares incríveis e experimentamos sabores inigualáveis.

Escolhemos através do site Booking.com Veleiros Mar Hotel para nossa estada. Existem outros, melhores localizados e por preço similar ou até menor: em torno de R$ 280,00 a diária para casal e filho. Pontos positivos do hotel: pão de queijo servido no café da manhã e o gerente Marcos que faz um esforço enorme para resolver os pequenos contratempos da hospedagem.

 Vista da cobertura do hotel: do lado direito a Lagoa Jansen e do lado esquerdo praia Ponta d´Areia, imprópria para banho.

Logo no primeiro dia fomos visitar a Praia do Calhau (segundo moradores uma das menos poluídas de toda a orla), onde ficamos na barraca do Henrique e petiscamos um filé ao molho madeira com uma porção de torradas e cerveja gelada.

Meu filho de 10 anos ficou à vontade no mar, que próximo a areia é raso e sem muitas depressões, apesar da maré apresentar a segunda maior variação do mundo. Atenção na criança e recomendações nunca é demais.

Jantamos um peixe grelhado no Ki Delícia, um restaurante que fica na avenida dos Holandeses, bem próximo ao hotel em que nos hospedamos. Arroz, purê e pedaços fartos de filé de pescada. O prato é individual, mas para o casal que está controlando o peso é suficiente. Gastamos em torno de R$ 70,00 com as bebidas não alcóolicas e um xis-filé.

Já no dia seguinte fomos a Barrerinhas, Município a 240 km de São Luiz, onde fica situado os Lençóis Maranhenses. Para quem deseja conhecer este ponto turístico e ainda o Delta do Parnaíba são necessários dois dias e uma noite, no mínimo. Saímos às 5h00 e fizemos o bate volta aos Lençois, retornando às 21h00. O valor do passeio foi R$ 420,00 que inclui trajeto ida e volta de micro-ônibus e transporte até as dunas. Há uma parada para o café da manhã onde se cobra R$ 10,00 por pessoa.

Chegando em Barreirinhas trocamos de roupa na agência de turismo e pegamos uma Toyota Bandeirantes para percorrer o caminho até onde as dunas começam. Fizemos uma parada para comprar água e refri, pois, nos Lençóis não há estrutura e é proibido o consumo de bebida alcoólica. Chegando às dunas, o resto do percurso é feito à pé com um sol escaldante sobre a cabeça. Tivemos acesso a apenas uma lagoa, a do Peixe, as demais estavam secas.

    Lagoa do Peixe

Segundo os guias e a população local o melhor período para se conhecer os Lençóis é durante o mês de Março, oportunidade onde se chove com mais frequência. O acesso para as dunas é feito por outra trilha, pois, é comum o alagamento da estrada costumeiramente usada pela toyota.

Retornamos a Barreirinhas por volta das 14h00, onde almoçamos no restaurante Marina Tropical: peixe com camarões grelhados e acompanhamentos. Local super simples, mas indicado pelo guia 4 rodas. Gostamos da refeição que é servida para duas pessoas. Nosso filho preferiu o buffet à quilo.

Beira rio em Barreirinhas

No terceiro dia fomos fazer o famoso 3 em 1 saindo às 9h00: que incluíram uma parada em São José de Ribamar, um lugar pitoresco com uma vista panorâmica para o mar, um intervalo para o almoço onde pedimos dois pratos: peixe frito de entrada e uma pescada assada na brasa com farto acompanhamento no Restaurante Natureza. Logo após uma parada para banho na Ilha de Curupu, (recanto da família Sarney) localizada na baía de São Marcos, após um breve passeio de barco. Depois uma visita rápida à praia de Raposa e finalmente uma paradinha nas rendeiras. O passeio custou R$ 140,00 e o almoço 121,00.

 Parada para mergulho em "Fronhas", próximo a Raposa.

No quarto dia fizemos um city tour com um taxista que nos cobrou R$ 120,00, para nos levar ao Centro Político, Centro Histórico, Centro Cultural, CEPRAMA (Centro de Produção de Artesanato do Maranhão) onde você tem acesso a lindas peças artesanais que dão ênfase aos azulejos do Maranhão, a preços bem convidativos. À tarde fomos a Araçagy, aquela famosa praia que engoliu mais de 100 carros no primeiro dia deste ano. Apreciamos uma anchova assada na brasa com acompanhamentos a um preço aproximado de R$ 100,00 na barraca Maré Nossa. É bom lembrar que todas as barracas são muito simples e quase sem estrutura.

 Prédio da Defensoria Pública do Estado, situada perto do cais.


Centro Histórico

CEPRAMA

Praia de Araçagy

No quinto dia estivemos em Alcântara, bucólica cidade histórica onde há inúmeras ruínas e a arquitetura do século XVII foi quase que totalmente preservada. Orientados pelo taxista que nos levou para o City Tour, tomamos um barco no cais onde gastamos R$ 72,00 de ida e volta e mais R$ 24,00 de taxi de transporte do hotel-cais-hotel. Se pretende fazer esse passeio por conta própria saia cedo do hotel, por volta das 6h30. Nosso hotel prometia servir o café da manhã às 6h00 e quando chegamos ao salão tivemos que esperar mais de 20 minutos e quase perdemos o barco que saiu às 7h30 por causa da maré.

 Chegando em Alcântara

Ruínas de Alcântara

Vista do mirante de Alcântara


 Centro de Alcântara próximo ao BB

Restaurante Cantaria onde almoçamos no horário previamente combinado e com vista para o mar.
 
Entramos o ano na barraca Adventure, (cujo proprietário é piloto de motos e decorou o ambiente com esse motivo), ao som de muito rock (aliás, uma das poucas que não tocou tecno brega e sertanejo à noite toda). Quando anunciaram carimbó, fomos embora. Andamos quase um quilometro para conseguir um taxi.

Para fechar a viagem fomos almoçar e passar à tarde na barraca do Landruá, também em Calhau. Comemos um filé de peixe ao molho de camarão com legumes, arroz, farofa e purê. Muito apetitoso. Não se preocupe que o molho vem à parte e a farofa tampadinha sem o risco de voar para os outros pratos.

Três das seis noites que estivemos em São Luís, fomos a pizzaria Vignoli onde devoramos em alguns minutos uma pizza grande. Não tenha receio de pedir a grande: a massa é fininha, sem ovos e crocante. Os talheres são uma opção do cliente, pois, nessa pizzaria o costume é não usá-los e comer com um par de luvinhas de plástico às mãos.

 Quatro queijos e palmito

Se tiver oportunidade, vá e conheça. Vale a pena!