domingo, 25 de janeiro de 2015

Shopping de VG inaugura em outubro de 2015

Com a inauguração marcada para o dia 27 de outubro, o Várzea Grande Shopping está contando os dias para atender o público local. Com 78% da Área Bruta Locável (ABL) ocupada, o centro de compras, lazer e serviços reunirá grandes marcas do varejo local e nacional. Serão mais de 200 lojas satélites, 6 âncoras e 14 megalojas no complexo multiuso que inclui shopping center, centro de convenções e hotel, o primeiro empreendimento deste porte em Mato Grosso.
A superintendente do Várzea Grande Shopping, Marne Prates, relata que o empreendimento tem conquistado espaço e confiança na cidade. “A população várzea-grandense sempre almejou ter um shopping aqui e isso agora está muito próximo de se tornar realidade. A boa aceitação ficou clara em 2014, demonstrada pelos resultados comerciais que alcançamos e pelas manifestações espontâneas da população nas quais fica clara a ansiedade de ter o complexo em plena atividade”.
Entre as lojas já confirmadas que serão instaladas no espaço estão Burger King, Havaianas, Smart Fit e Carmen Steffens. Algumas lojas escolheram o empreendimento para abrir suas portas pela primeira vez dentro de um shopping em Mato Grosso como Farmácia Unimed, Laboratório Carlos Chagas, além dos regionais Sorveteria Nevaska e Bolo de Arroz e Cia.No período de pico da obra, estima-se que serão cerca de duas mil pessoas trabalhando na construção.
 Após a inauguração, serão em média 3,5 mil empregos diretos e indiretos gerados para suprir as necessidades das gigantes do varejo que já compõe o mix do shopping como Renner, Riachuelo, Marisa, Avenida, Studio Z, Giovanna, City Lar, Novo Mundo, Casas Bahia, entre outras.O Várzea Grande Shopping terá 102 mil m2 de área construída, distribuídos em 5 pisos e estacionamento com mais de 1,5 mil vagas cobertas. A projeção é de que o centro de compras e serviços atraia um fluxo de 900 mil pessoas por mês. O grupo empreendedor é formado pela união de empresas cuiabanas, como o Grupo São Benedito, a GMS Imobiliária e Construtora, a Farol Imobiliária e Participações e o Grupo AS, com a Saga Malls, especializada em gestão de shopping centers. O investimento supera R$ 200 milhões.

Fonte:  Gazetadigital

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

DESTINO DOMINGOS MARTINS, PEDRA AZUL, GUARUJÁ E VITÓRIA, ES

Pois é gente, fiquei quase um mês sem postar, pois, estou até hoje sem meu notebook, e agora para escrever este texto, estou usando o do meu marido. 

Para digitar é super desconfortável, pois, ele não sobrevive só com bateria, tem que estar ligado na energia e daí, ele está num lugar incômodo, causando-me dores lombares e no pescoço após permanecer sentada por algum tempo.

Bom, já faz mais de ano que estive nesses lugares, num Congresso de Defensores Públicos, que ocorreu em Novembro de 2013. Eu fui deixando para escrever depois e o tempo não passa, voa. Cá estamos em Janeiro de 2015, já fiz um monte de viagens depois disso e não consigo esquecer os lugares lindos que visitei na serra capixaba.

Já havia conhecido Domingos Martins há muito tempo, mas sabe aqueles lugares que você deseja voltar um dia com alguém especial?

Reservamos eu e meu marido uma pousada chamada Lusitania para passar o final de semana. Tivemos que tomar um táxi do aeroporto até o destino. Foram quase duas horas de translado (mas a rodovia estava em obras). 

No site anuncia que a pousada fica em Domingos Martins, mas na verdade fica em Pedra Azul, foi aí que acabamos conhecendo a Rota do Lagarto. Bom, Domingos Martins, ficou para trás...não deu tempo...

Além do clima ameno, do delicioso bacalhau servido no Restaurante da Pousada, da agradável paisagem e tranquilidade do local, há muitos atrativos no Espírito Santo. 

Se você gosta de aventura não deixe de fazer a trilha da Rota do Lagarto e conhecer o Parque Estadual da Pedra Azul. Dentro do Parque faça a trilha maior com o guia. Tente agendar, do contrário terá que ficar esperando um tempão. Procure ir em época de pouca chuva para poder escalar. Se estiver molhado, não rola. A subida  é bem tranquila e a vista que você tem lá de cima é indescritível. Com um pouco de coragem, dá para dar um mergulho, pois, a água é gelaaada! Quando estive lá paguei apenas R$ 10,00 (dez Reais) para a visita guiada.


 Início da Rota, essa você faz sozinho

 Acima, escalando, com o guia, dentro do Parque.

A vista que você tem

Se você é daqueles que adora uma boa caminhada ou um trekking vá conhecer também outros parques, que lhe oferecem vistas panorâmicas de toda a cidade.

De Pedra Azul a Guarapari, fomos de táxi. Além das Três Praias para nadar junto com tartarugas, que você pode ir a pé de qualquer pousada bem localizada, vá ao Parque Estadual Paulo César Vinha. A entrada é free e relativamente perto para ir de ônibus.

De Guarapari até Vitória tomamos um ônibus interestadual. Em Vitória, além do Triângulo das Bermudas, que era o point da época, tem também o Parque Estadual Fonte Grande, da onde você tira fotos belíssimas.

Se você ainda não conhece, vale a pena, com certeza!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

ADMIRÁVEL TRABALHO COM AMOR E COMPROMETIMENTO...

Minha homenagem hoje é para Maria da Penha, uma professora de português, que já foi assaltada cinco vezes por adolescentes,e mesmo assim foi trabalhar na Fundação Casa em São Paulo, disposta a mudar o mundo.
Inscreveu um poema de um infrator na Olimpíada da Língua Portuguesa.
“Esse concurso acontece a cada dois anos e desde 2010 eu mando textos dos meus alunos. Nunca tinha tido nenhum classificado”, afirma Maria da Penha da Silva.
Qual não foi a surpresa? Como um interno da Fundação Casa concorrendo com mais de 50 mil alunos de escolas públicas de todo Brasil foi passando de eliminatória em eliminatória.
A exigência do concurso era escrever um poema sobre o lugar onde vive o aluno. O rapaz que mora em uma cela escreveu sobre a liberdade.
“Para mim não existe só a liberdade do corpo. Existe a liberdade da alma, do espirito, dos pensamentos”, afirma o rapaz.
O anúncio dos vencedores da Olimpíada foi na quarta-feira (17), em uma cerimônia concorrida. O resultado veio em uma torrente de emoção.
O poeta da Fundação Casa comemorou o primeiro lugar abraçado à professora. “Vitória de um sonho e acreditar”, diz a professora Maria da Penha.
O adolescente só venceu porque uma professora acreditou no potencial dele. Parabéns a todas(os) as(os) professores(as) e demais profissionais que acreditam naqueles(as) em que a maioria já desistiu de acreditar...


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

NATAL LIVRE DE CONSUMISMO

Será possível?
Pesquisei na Internet e achei pouquíssimas linhas a respeito, então, decidi escrever sobre o que sinto durante esse período lindo, luminoso e tão breve... quando você vê... já passou... já estamos comemorando o ano novo.
Em meados de Novembro tirei a arvorezinha e os enfeites que ficam guardados numa sacola plástica numa estante e a montei.
A árvore e os acessórios natalinos tenho há anos, deve ter mais de 12, pois, meu filho tem onze e eu comprei antes dele nascer.
Sempre olho para ela e acho que não preciso comprar outra, afinal aquela está boa ainda, não está estragada e nem fora de moda...árvore de natal não fica démodé.
Este ano meu filho me disse que eu deveria comprar um árvore de verdade... e eu perguntei se aquela era de mentira?
Ele respondeu: uma árvore grande!!!
Fiquei tentada a fazer aquilo, mas, veio a pergunta inevitável: qual é a necessidade disso? E logo a resposta: nenhuma.
O Espírito de Natal deve estar em consonância com os mais elevados sentimentos de amor e perdão e se você não tiver isso dentro de si, esqueça paz no coração e esqueça Natal Feliz... não vai rolar...
Natal é o nascimento de Jesus, o nazareno que veio nos ensinar a amar e a servir.
Dizem que você só aprende a amar de verdade quando você tem filho...sabe porque? Porque você perdoa seu filho o tempo todo. Você nunca diz a um filho: "isso não tem perdão." Deus faz isso diariamente conosco. Erramos todos os dias e no dia seguinte ele está ali do nosso lado nos orientando a fazer o que é certo novamente.
Precisamos amar de verdade e perdoar mais. Perdoar os que nos ofendem, os que nos devem..."ah"! Aqueles que nos ofendem tudo bem...mas os que nos devem... aí não... Deus já quer demais.
Eu consigo perdoar os insultos, as calúnias, as ofensas e as traições, mas quem me deve, tem que pagar... senão a amizade acaba... Hã?
O dinheiro é importante, precisamos dele para suprir nossas necessidades, comprar os presentes, preparar a ceia, adquirir roupas e sapatos novos para as festas, mas não pode ser o foco principal desse período. É e tem que ser o acessório. O acessório segue o principal e não o contrário.
O principal, o motivo de toda essa comemoração é o nascimento de Cristo. Vamos fazer o que ele nos ensinou! Ele nasceu para nos "salvar", ou seja, para mostrar o caminho da redenção. Vamos colocar em prática seus ensinamentos e mostrar para o Messias que Ele não veio em vão: AME E PERDOE durante o ano todo!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Homem enganado consegue cancelar registro de paternidade reconhecida voluntariamente


Um homem conseguiu na Justiça o direito de alterar o registro civil de suposto filho seu, para retirar a paternidade voluntariamente reconhecida. Por maioria de três votos a dois, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou que houve vício de consentimento no ato da declaração do registro civil, pois ele foi induzido a acreditar que era o pai do bebê.
A jurisprudência do STJ entende que a ausência de vínculo biológico não é suficiente, por si só, para afastar a paternidade. Os magistrados analisam outras circunstâncias do caso, como a formação de vínculo socioafetivo com o menor e as eventuais consequências dessa ruptura. Para que seja possível desfazer uma paternidade civilmente reconhecida, é preciso que haja vício de consentimento na formação da vontade.
No caso, o autor da ação alegou que teve uma única relação sexual com a mãe do garoto antes da notícia da gravidez e somente após certo tempo passou a desconfiar da paternidade. O autor disse que chegou a viver com a mãe da criança e a pagar pensão alimentícia ao suposto filho, mas não se sentia obrigado a manter essa situação depois de constatar que não é o pai biológico.
Erro ou coação
A relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, que ficou vencida no julgamento, defendeu que, uma vez reconhecida a paternidade, só a comprovação de vício de consentimento fundado em erro ou coação poderia desfazer a situação jurídica estabelecida. A ministra considerou que não havia erro no caso, pois era de se presumir que o suposto pai, ao tomar conhecimento da gravidez, tivesse alguma desconfiança quanto à paternidade que lhe foi atribuída.
Em novembro do ano passado, ela foi relatora de um processo sobre situação semelhante. A Terceira Turma, na ocasião, decidiu que o registro não poderia ser anulado, pois o erro capaz de caracterizar o vício deve ser grave, e não basta a declaração do pai de que tinha dúvida quanto à paternidade no momento do reconhecimento voluntário.
No último processo julgado, no entanto, prevaleceu o voto do ministro João Otávio de Noronha, para quem, no caso analisado, o erro é óbvio e decorre do fato de o autor da ação ter sido apontado pela mãe como pai biológico da criança, quando na verdade não o era. Além da ocorrência de erro essencial, capaz de viciar o consentimento do autor, teria ficado patente no processo a inexistência tanto de vínculo biológico quanto de vínculo afetivo entre as partes.
Noronha afirmou que o registro civil deve primar pela exatidão, e é de interesse público que a filiação se estabeleça segundo a verdade da filiação natural. A flexibilização desse entendimento, segundo ele, é admitida para atender às peculiaridades da vida moderna e ao melhor interesse da criança, mas em situações de exceção - o que não é o caso dos autos analisados, em que deve haver a desconstituição do registro por erro.
O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.

Fonte: Superior Tribunal de Justiça

sábado, 29 de novembro de 2014

Homem é condenado a indenizar filha por abandono afetivo e material


Decisão da 2ª Câmara de Direito Privado do TJSP reformou sentença da Comarca de Limeira que havia julgado improcedente pedido de indenização de uma mulher por abandono afetivo e material. O valor arbitrado da reparação foi equivalente a 45 salários mínimos.
De acordo com os autos, o pai da autora abandonou a família, com prejuízo da assistência moral, afetiva e material dela. Em defesa, o pai relatou que se afastou de casa por desentendimentos com sua mulher, porém, quando a filha o procurou 20 anos depois, ele a tratou bem.
No entendimento do relator Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, o réu faltou com o dever de prover alimentos e assistência para com a filha, e a pena pecuniária é devida pelo abandono consciente e voluntário promovido por ele. "Quem se dispôs a gerar outro ente há que deter responsabilidades referentes a tal gesto; a paternidade gera um poder-dever, aquele limitado por este. Cuidados e afeto são direitos do ser humano em formação, ainda no ventre materno e bem mais quando em desenvolvimento", afirmou em voto.
Também participaram do julgamento, que teve votação unânime, os desembargadores José Carlos Ferreira Alves e José Roberto Neves Amorim.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

domingo, 23 de novembro de 2014

Juiz consegue 100% de acordos usando técnica alemã antes de conciliações

 
Usando uma técnica alemã antes de sessões de conciliação, um juiz do interior da Bahia, Sami Storch, obteve acordos em 100% dos casos, evitando que eles se transformassem em processos judiciais. Segundo ele, o método, chamado Constelação Familiar e criado pelo teólogo, filósofo e psicólogo alemão Bert Hellinger, contribui fortemente para o fim do conflito, impactando tanto os atores diretos quanto os envolvidos indiretamente na causa, como filhos e família.
A sessão de Constelação Familiar começa com uma palestra do juiz sobre os vínculos familiares, as causas das crises nos relacionamentos e a melhor forma de lidar com esses conflitos. Em seguida, há um momento de meditação, para que cada um avalie seu sentimento. Depois disso, inicia-se o processo de Constelação propriamente dito. Durante a prática, os cidadãos começam a manifestar sentimentos ocultos, chegando muitas vezes às origens das crises e dificuldades enfrentadas.
Em 2012 e 2013, a técnica foi levada aos cidadãos envolvidos em ações judiciais na Vara de Família do município de Castro Alves, a 191 km de Salvador. A maior parte dos conflitos dizia respeito a guarda de filhos, alimentos e divórcio.
Foram seis reuniões, com três casos “constelados” por dia. Das 90 audiências dos processos nos quais pelo menos uma das partes participou da vivência de constelações, o índice de conciliações foi de 91%; nos demais, foi de 73%. Nos processos em que ambas as partes participaram da vivência de constelações, o índice de acordos foi de 100%.
Este ano, o método vem sendo direcionado aos adolescentes envolvidos em atos infracionais, processos de adoção e autores de violência doméstica. Na Vara Criminal e de Infância e Juventude de Amargosa, a 140 km de Salvador, onde atualmente o juiz Sami Storch dá expediente, o índice de reincidência desses jovens ainda não foi mensurado, mas o magistrado acredita que, se fosse medido, esse número seria menor.
“Um jovem atormentado por questões familiares pode tornar-se violento e agredir outras pessoas. Não adianta simplesmente encarcerar esse indivíduo problemático, pois, se ele tiver filhos que, com as mesmas raízes familiares, apresentem os mesmos transtornos, o problema social persistirá e um processo judicial dificilmente resolve essa realidade complexa. Pode até trazer algum alívio momentâneo, mas o problema ainda está lá”, afirma.
Durante a Semana Nacional da Conciliação deste ano, que ocorrerá entre os dias 24 e 28 de novembro em todo o país, já estão agendadas 29 audiências cujas partes participaram da vivência de Constelação Familiar. No evento, os tribunais selecionam os processos que têm possibilidade de acordo e intimam as partes envolvidas a tentar solucionar o conflito de forma negociada. A medida faz parte da meta de redução do grande estoque de processos na Justiça brasileira — atualmente em 95 milhões, segundo o relatório Justiça em Números 2014. 
 
Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.