sábado, 5 de abril de 2008

CONHECENDO PANAMÁ

Nosso segundo dia no Panamá foi muito gostoso.
Tomamos um maravilhoso café da manhã com omelete, croissant, cereais e demais guloseimas.
Depois de dormirmos e acordarmos juntas era um tal de marida para cá, marida para lá...
Logo após o desjejum fomos conhecer um dos shopping: Multi Plaza, onde as melhores grifes do mundo estão presentes.

Após esse passeio consumista, fomos ao Causeway, um ponto turístico, onde se situam os melhores bares e restaurantes da cidade do Panamá. É do Causeway que sai um passeio de navio às 8h00 e só retorna às 16h00. Não tivemos tempo para esse programa.

Almoçamos no Albertus, um restaurante muito aconchegante, que serve frutos do mar e massas.
Acabei optando por um bom canelone de carne e champinhon. Não me arrependi pelo pedido, estava simplesmente de comer rezando.
Assim que todas se serviram tivemos o desprazer de ver uma de nossas colegas se desesperar em razão da sua bolsa ter sido furtada.
Felizmente o marido de uma Juíza que tem agência de turismo no Brasil acabou acompanhando a Silvia até a Delegacia.
Enquanto eles tomaram as providências devidas, “nos outros” fomos conhecer mais um shopping, dessa vez foi o Albrook.


E lá no Albrook entramos numa loja chamada Dorians, onde os preços estavam sensacionais. A minha marida acabou comprando uma boa parte do estoque.
Depois de quase duas horas de pé, resolvemos nos sentar numas poltronas massageadoras que haviam num dos corredores do shopping.
Quis conferir: coloquei 25 centavos de dólares para receber um minuto de massagem.
Quase morri de susto e a Ana quase morreu de tanto rir de ver minha cara de desconforto.
Pensei que fosse receber uma massagem e recebi umas belas de umas pontadas nas costas. A poltrona tremia sem parar e Ana sem força, ainda conseguiu me fotografar. Eu acabei entrando no embalo e quase me mijei de tanto rir também.

Ao final das compras, já era noite, quase 21h00, decidimos tomar um táxi para voltar ao hotel. Não foi fácil conseguir um. Esse shopping fica perto da rodoviária, portanto, tivemos que competir com os passageiros que estavam chegando de viagem. Finalmente quando paramos um, só tivemos tempo de perguntar quanto seria a corrida. Nos alertaram sobre isso: sempre tratar o preço antecipadamente. Nenhum veículo que faz esse tipo de transporte no Panamá possui taxímetro.
Mais um detalhe: é comum os táxis, mesmo ocupados, pararem para outros passageiros entrarem. Aconteceu conosco. O motorista andou uns 100 metros e foi parado por uma loira que disse que queria ir a um hotel onde alguém a aguardava. Ela entrou e a Ana virou para mim e perguntou se era lotação.
No caminho a loira, tirou a jaqueta e retocou a maquiagem.
Sei lá entende?

Um comentário:

Maria Fernanda disse...

Como é bom conhecer culturas diferentes.
bjs