terça-feira, 25 de agosto de 2009

CONSUMO CONSCIENTE

Pois é gente! Hoje vou falar sobre consumo consciente e vou começar relatando o que está acontecendo no meu trabalho, exatamente por falta de adotarem essa prática.
Fui coordenadora do núcleo de atendimento da Defensoria Pública por aproximadamente um ano e meio, portanto, era eu quem confecciona os ofícios para a Defensoria Geral solicitando material de consumo para atender 8 Defensores(as) Públicos(as) e 12 estagiários(as).
No final de cada dia o que se via era uma caixa enorme de papel impresso que só serviria para rascunho.
O desperdício era tamanho que fiz várias reuniões com o intuito de interromper aquela gastança.
Apelei... falei sobre a quantidade de árvores que eram derrubadas para processar todo aquele papel que iria para o lixo. Falei que estávamos rasgando dinheiro nosso, pois, dinheiro público é dinheiro nosso... por fim editei uma portaria proibindo a impressão de qualquer material que não fosse exclusivo da Defensoria Pública... o que também não adiantou. As receitas de bolo, letras de música e material de pesquisa para monografia era o que o que tinha naquela caixa.
Em Setembro do ano passado, por motivos pessoais, acabei colocando o cargo a disposição da chefia. Um colega assumiu e continuou pedindo a cooperação de todos(as), mas... é claro que não adiantou.
No começo desse ano, um outro colega assumiu a coordenação e instituiu o seguinte: cada Defensor(a) tem direito a uma resma de papel e consumindo mais do que isso deverá justificar. Foi um piseiro... imagine só: todos os computadores são ligados em rede a uma única impressora. Quem colocasse um número "x" de folhas na impressora tinha que sair gritando: O PAPEL QUE ESTÁ NA IMPRESSORA É MEU... NÃO MANDA NADA AGORA... DEIXA EU TERMINAR...
Adotamos um novo sistema: todo mundo anota num bloco quantas petições e ofícios redigiu e assina do lado. Melhorou um pouquinho... mas a abrição e fechação da impressora continua. Põe papel, tira papel, abre impressora, fecha impressora... Meu Deus! Que trabalheira... sem contar no desgaste do equipamento... que vira e mexe emperra.
Bom... pelo menos estamos aprendendo a economizar. Fico imaginando como seria se nosso trabalho utilizasse algum recurso natural, como por exemplo, a água, que teoricamente se paga apenas uma taxa pelo seu tratamento.
Acho que o planeta estaria em perigo! Oh... oh... me lembrei do Apagão! Quer um troço mais caro que essa tal de energia... e as pessoas ainda desperdiçam!

2 comentários:

disse...

Olá minha linda!

Saudades de ti!
ando meio pra baixo ultimamente,mas creio seja consequência ainda do tratamento, essas bombas que curam uma coisa mas detonam outra.
Mas tudo bem eu chego lá novamente.
Perfeito sua blogagem, também participei.
Agora é esperar para que todos nós consigamos pelo menos concertar um pouquinho dessa grande estrago que fizemos.
Espero que estejas bem, sei trabalhas muito.
Beijos em seu coração com saudades!
Rô!

Lola disse...

OI, MINHA LINDA!!!

INFELIZMENTE, AS PESSOAS SÓ FAZEM ALGUMA COISA QUANDO SENTEM ISSO AFETANDO "NA SUA PRÓPRIA PELE", ENQUANTO ISSO NÃO ACONTECE, IGNORAM.
CONTINUE TENTANDO, NÃO DESISTA!!!

ESPERO QUE ESTEJA TUDO ÓTIMO COM VOCÊS TRÊS.
SAUDADES, MUITAS...