sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Destino São Luís, Maranhão


Acabo de chegar de São Luiz, MA, onde passei a virada de ano com a minha família. Foram 6 dias muito agradáveis onde conhecemos lugares incríveis e experimentamos sabores inigualáveis.

Escolhemos através do site Booking.com Veleiros Mar Hotel para nossa estada. Existem outros, melhores localizados e por preço similar ou até menor: em torno de R$ 280,00 a diária para casal e filho. Pontos positivos do hotel: pão de queijo servido no café da manhã e o gerente Marcos que faz um esforço enorme para resolver os pequenos contratempos da hospedagem.

 Vista da cobertura do hotel: do lado direito a Lagoa Jansen e do lado esquerdo praia Ponta d´Areia, imprópria para banho.

Logo no primeiro dia fomos visitar a Praia do Calhau (segundo moradores uma das menos poluídas de toda a orla), onde ficamos na barraca do Henrique e petiscamos um filé ao molho madeira com uma porção de torradas e cerveja gelada.

Meu filho de 10 anos ficou à vontade no mar, que próximo a areia é raso e sem muitas depressões, apesar da maré apresentar a segunda maior variação do mundo. Atenção na criança e recomendações nunca é demais.

Jantamos um peixe grelhado no Ki Delícia, um restaurante que fica na avenida dos Holandeses, bem próximo ao hotel em que nos hospedamos. Arroz, purê e pedaços fartos de filé de pescada. O prato é individual, mas para o casal que está controlando o peso é suficiente. Gastamos em torno de R$ 70,00 com as bebidas não alcóolicas e um xis-filé.

Já no dia seguinte fomos a Barrerinhas, Município a 240 km de São Luiz, onde fica situado os Lençóis Maranhenses. Para quem deseja conhecer este ponto turístico e ainda o Delta do Parnaíba são necessários dois dias e uma noite, no mínimo. Saímos às 5h00 e fizemos o bate volta aos Lençois, retornando às 21h00. O valor do passeio foi R$ 420,00 que inclui trajeto ida e volta de micro-ônibus e transporte até as dunas. Há uma parada para o café da manhã onde se cobra R$ 10,00 por pessoa.

Chegando em Barreirinhas trocamos de roupa na agência de turismo e pegamos uma Toyota Bandeirantes para percorrer o caminho até onde as dunas começam. Fizemos uma parada para comprar água e refri, pois, nos Lençóis não há estrutura e é proibido o consumo de bebida alcoólica. Chegando às dunas, o resto do percurso é feito à pé com um sol escaldante sobre a cabeça. Tivemos acesso a apenas uma lagoa, a do Peixe, as demais estavam secas.

    Lagoa do Peixe

Segundo os guias e a população local o melhor período para se conhecer os Lençóis é durante o mês de Março, oportunidade onde se chove com mais frequência. O acesso para as dunas é feito por outra trilha, pois, é comum o alagamento da estrada costumeiramente usada pela toyota.

Retornamos a Barreirinhas por volta das 14h00, onde almoçamos no restaurante Marina Tropical: peixe com camarões grelhados e acompanhamentos. Local super simples, mas indicado pelo guia 4 rodas. Gostamos da refeição que é servida para duas pessoas. Nosso filho preferiu o buffet à quilo.

Beira rio em Barreirinhas

No terceiro dia fomos fazer o famoso 3 em 1 saindo às 9h00: que incluíram uma parada em São José de Ribamar, um lugar pitoresco com uma vista panorâmica para o mar, um intervalo para o almoço onde pedimos dois pratos: peixe frito de entrada e uma pescada assada na brasa com farto acompanhamento no Restaurante Natureza. Logo após uma parada para banho na Ilha de Curupu, (recanto da família Sarney) localizada na baía de São Marcos, após um breve passeio de barco. Depois uma visita rápida à praia de Raposa e finalmente uma paradinha nas rendeiras. O passeio custou R$ 140,00 e o almoço 121,00.

 Parada para mergulho em "Fronhas", próximo a Raposa.

No quarto dia fizemos um city tour com um taxista que nos cobrou R$ 120,00, para nos levar ao Centro Político, Centro Histórico, Centro Cultural, CEPRAMA (Centro de Produção de Artesanato do Maranhão) onde você tem acesso a lindas peças artesanais que dão ênfase aos azulejos do Maranhão, a preços bem convidativos. À tarde fomos a Araçagy, aquela famosa praia que engoliu mais de 100 carros no primeiro dia deste ano. Apreciamos uma anchova assada na brasa com acompanhamentos a um preço aproximado de R$ 100,00 na barraca Maré Nossa. É bom lembrar que todas as barracas são muito simples e quase sem estrutura.

 Prédio da Defensoria Pública do Estado, situada perto do cais.


Centro Histórico

CEPRAMA

Praia de Araçagy

No quinto dia estivemos em Alcântara, bucólica cidade histórica onde há inúmeras ruínas e a arquitetura do século XVII foi quase que totalmente preservada. Orientados pelo taxista que nos levou para o City Tour, tomamos um barco no cais onde gastamos R$ 72,00 de ida e volta e mais R$ 24,00 de taxi de transporte do hotel-cais-hotel. Se pretende fazer esse passeio por conta própria saia cedo do hotel, por volta das 6h30. Nosso hotel prometia servir o café da manhã às 6h00 e quando chegamos ao salão tivemos que esperar mais de 20 minutos e quase perdemos o barco que saiu às 7h30 por causa da maré.

 Chegando em Alcântara

Ruínas de Alcântara

Vista do mirante de Alcântara


 Centro de Alcântara próximo ao BB

Restaurante Cantaria onde almoçamos no horário previamente combinado e com vista para o mar.
 
Entramos o ano na barraca Adventure, (cujo proprietário é piloto de motos e decorou o ambiente com esse motivo), ao som de muito rock (aliás, uma das poucas que não tocou tecno brega e sertanejo à noite toda). Quando anunciaram carimbó, fomos embora. Andamos quase um quilometro para conseguir um taxi.

Para fechar a viagem fomos almoçar e passar à tarde na barraca do Landruá, também em Calhau. Comemos um filé de peixe ao molho de camarão com legumes, arroz, farofa e purê. Muito apetitoso. Não se preocupe que o molho vem à parte e a farofa tampadinha sem o risco de voar para os outros pratos.

Três das seis noites que estivemos em São Luís, fomos a pizzaria Vignoli onde devoramos em alguns minutos uma pizza grande. Não tenha receio de pedir a grande: a massa é fininha, sem ovos e crocante. Os talheres são uma opção do cliente, pois, nessa pizzaria o costume é não usá-los e comer com um par de luvinhas de plástico às mãos.

 Quatro queijos e palmito

Se tiver oportunidade, vá e conheça. Vale a pena!

Um comentário:

Citadino Kane disse...

Tânia,
Como estás? E o nosso amigo Oscar???
Estou de volta ao mundo virtual.
Feliz 2014!
Espero a tua visita ao blog, ok?!
Beijos,
Pedro