terça-feira, 29 de dezembro de 2015

RODA DE TERAPIA COMUNITÁRIA SISTÊMICA INTEGRATIVA


Olá pessoal!
Fiquei exatos 24 dias sem postar ...

Fim de ano, aquela correria de sempre, árvore para montar, enfeites para pendurar
presentes para comprar para os váaaaarios amigos ocultos que a gente acaba participando...e aí quando se viu: pahh já é Natal!
Ceia para preparar, peru para assar, bebidas para gelar, casa para limpar, banho para tomar, cabelo para arrumar, rosto para maquiar, perfume para passar! UFA!

Estive estudando sobre Roda de Terapia Comunitária Sistêmica Integrativa em função de uma amiga ter me convidado para curtir a página da Rodas de Terapia de Cáceres, MT. 

Como lido com violência doméstica e sou voluntária da LÍRIOS que promove a defesa de bens imateriais, direitos humanos e sociais de mulheres que sofreram algum tipo de ofensa em seu sentimento decorrentes de relações afetivas ou familiares resolvi junto com outras associadas buscar informações acerca dessa terapia.

A Terapia Comunitária Integrativa é um instrumento que nos permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Procura suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo valorizando a herança cultural dos nossos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um.

Enquanto muitos modelos centram suas atenções na patologia, nas relações individuais, privadas, a Terapia Comunitária Integrativa se propõe cuidar da saúde comunitária em muitos espaços, principalmente os espaços públicos. Propõe-se a valorizar a prevenção. Prevenir é, sobretudo, estimular o grupo a usar sua criatividade e construir seu presente e seu futuro a partir de seus próprios recursos.

A Terapia Comunitária Integrativa nos convida a uma mudança de olhar, de enfoque.

Pesquisei sobre como ser uma terapeuta comunitária no site da ABRATECOM - Associação Brasileira de Terapia Comunitária Integrativa e também no site Projeto Quatro Varas

Obtive retorno dos dois sites através de e-mail mas infelizmente o polo autorizado (instituição que desenvolve atividades de capacitação em Terapia Comunitária Integrativa) mais  próximo de onde moro é o de Minas Gerais que infelizmente é inviável para qualquer uma das voluntárias dispostas a se capacitar.  

Para não deixar morrer o sentimento de servir o(a) próximo(a) elaboramos um projeto para implantar algo similar para ocupar o espaço da ONG. A previsão para começarmos a executá-lo é para Fevereiro do próximo ano. 

Estamos mega ansiosas! E claro: aguardando uma oportunidade para nos capacitar e nos tornar verdadeiras terapeutas comunitárias!!!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Machismo é responsável pela violência contra universitárias



Por Marli Moreira, Brasília ABR
 
Violência/Mulheres

Machismo está por trás de atos 


Pesquisa feita com alunos de cursos superiores mostra que há um comportamento “machista” por trás de atos de violência praticados contra mulheres em campi universitários públicos e privados. Os ataques incluem estupros e assédio sexual, além de outras humilhações às mulheres cometidas em festas estudantis, em recepções aos calouros, no caminho de ida ou volta das salas de aula e outras circunstâncias que favoreçam as agressões. O levantamento encomendado pelo Instituto Avon ao Data Popular foi feito com 1.823 estudantes dos sexos feminino e masculino de todas as regiões do país, sendo que mais da metade dos entrevistados (51%) têm entre 16 e 25 anos, 53% são da classe média e 76% estudam em faculdades particulares. “A pesquisa foi muito importante para quebrar um grande mito de que a violência contra a mulher está fortemente ligado à escolaridade ou ao nível socioeconômico de quem a pratica. Os muros das universidades não estão impermeáveis ao machismo que acontece no restante da sociedade brasileira’, disse Renato Meirelles, presidente do Data Popular. Segundo Meirelles, 2,9 milhões de mulheres já sofreram algum tipo de violência física nas universidades. “Isso é mais do que a população de 90% das cidades brasileiras.’ Para ele, isso atrapalha o bom desenvolvimento do aprendizado e gera uma consequência para o futuro profissional das mulheres.

domingo, 22 de novembro de 2015

"STAND UP PADDLE" OU "BEACH BOY SURF" EM CUIABÁ

Para quem nunca ouviu falar é um esporte que está se tornando muito popular no Brasil e até aqui no Mato Grosso. Traduzindo: remo em pé (REP) tem sua origem nas ilhas havaianas. No início de 1960, alguns garotos que frequentavam as praias do Havaí estariam em pé em suas longas pranchas, remando com suas pás para tirar fotos dos turistas aprendendo a surfar. 
Este é o lugar onde o termo "Beach Boy Surf", um outro nome para Stand Up Paddle Surfing, originou-se.
É possível praticar o esporte ao preço de R$120,00 (cento e vinte Reais) seguindo a rodovia Emanuel Pinheiro, quilômetro 30, na Tribo do Remo.
Estive lá semana passada para conferir e foi sensacional!
Eu diria que é quase tão exaustivo como esquiar, mas num calor como nosso é muito refrescante e relaxante!
Antes de subir agende um horário com o Gabriel pelo site  http://www.companhiadaaventura.com.br/.   


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Assepsia é possível?

No início do milênio
alguns objetivos as nações unidas traçaram
para o mundo desenvolver
e torná-lo um lugar melhor para se viver!

De fora para dentro eles começaram a chegar...
De todos os lados, de todas as origens,
por terra ou pelo mar.

Sozinhos ou acompanhados, sorrindo ou chorando.
Refugiados ou não, com ou sem bagagens nas mãos.

Os eventos terminam e os desafios aumentam:
fechar as fronteiras para os entorpecentes,
estancar o sangue das veias abertas pela violência e exploração.

Limitar o acesso dos carentes aos shoppings centers.
Restringir de passear aqui embaixo
quem mora lé em cima.

Internar os dependentes,
recolher os desafortunados e estropiados.
Impedir os adolescentes
de com os ciclistas dividir espaço.

Em nosso País ventilou-se reforçar a segurança
com a força nacional.
Seria uma paliativo, mas não a solução.

Na Polônia o "esperanto" era a esperança
de difundir uma língua universal 
e facilitar entre os povos a comunicação!

Depois do "11 de Setembro"
veio "o 13 de Novembro,"
pessoas de nacionalidades diferentes
atingidas pelo fundamentalismo.

Controlar os extremistas sem deixar de acolher os imigrantes
é o mais novo desafio dos países que pregam a liberdade, igualdade e fraternidade.



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Lei 13.185/15 que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying)

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o  Fica instituído o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) em todo o território nacional.
§ 1o  No contexto e para os fins desta Lei, considera-se intimidação sistemática (bullying) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
§ 2o  O Programa instituído no caput poderá fundamentar as ações do Ministério da Educação e das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, bem como de outros órgãos, aos quais a matéria diz respeito.
Art. 2o  Caracteriza-se a intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação e, ainda:
I - ataques físicos;
II - insultos pessoais;
III - comentários sistemáticos e apelidos pejorativos;
IV - ameaças por quaisquer meios;
V - grafites depreciativos;
VI - expressões preconceituosas;
VII - isolamento social consciente e premeditado;
VIII - pilhérias.
Parágrafo único.  Há intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial.
Art. 3o  A intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como:
I - verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
II - moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;
III - sexual: assediar, induzir e/ou abusar;
IV - social: ignorar, isolar e excluir;
V - psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
VI - físico: socar, chutar, bater;
VII - material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
VIII - virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social.
Art. 4o  Constituem objetivos do Programa referido no caput do art. 1o:
I - prevenir e combater a prática da intimidação sistemática (bullying) em toda a sociedade;
II - capacitar docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;
III - implementar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação;
IV - instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores;
V - dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores;
VI - integrar os meios de comunicação de massa com as escolas e a sociedade, como forma de identificação e conscientização do problema e forma de preveni-lo e combatê-lo;
VII - promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua;
VIII - evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil;
IX - promover medidas de conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, com ênfase nas práticas recorrentes de intimidação sistemática (bullying), ou constrangimento físico e psicológico, cometidas por alunos, professores e outros profissionais integrantes de escola e de comunidade escolar.
Art. 5o  É dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática (bullying).
Art. 6o  Serão produzidos e publicados relatórios bimestrais das ocorrências de intimidação sistemática (bullying) nos Estados e Municípios para planejamento das ações.
Art. 7o  Os entes federados poderão firmar convênios e estabelecer parcerias para a implementação e a correta execução dos objetivos e diretrizes do Programa instituído por esta Lei.
Art. 8o  Esta Lei entra em vigor após decorridos 90 (noventa) dias da data de sua publicação oficial.
Brasília,  6  de novembro de 2015; 194o da Independência e 127o da República.
DILMA ROUSSEFF
Luiz Cláudio Costa
Nilma Lino Gomes
Este texto não substitui o publicado no DOU de 9.11.2015  
*

terça-feira, 3 de novembro de 2015

DESTINO: CARTAGENA, BOGOTÁ E SAN ANDRÉS

Entre os dias 19 de Outubro a 1.º de Novembro estive com meu marido na Colômbia.

A primeira parada foi em Cartagena, chegamos numa segunda-feira à noite. Ficamos no hotel San Martin, cujo os pontos mais positivos foram a localização e a especial atenção dada pelos funcionários. É possível fazer câmbio de reais para pesos colombianos na recepção do hotel. O ponto negativo seria o cheirinho de mofo, pois, o clima em Cartagena apesar de quente é úmido e as janelas dos quartos são lacradas. Café da manhã razoável, sem sanduicheira para esquentar o pão, mas havia torradeira. Num dos dias tinha "dedito de queso" um bolinho de queijo frito muito bom.

Logo no primeiro dia, numa terça-feira, compramos o passeio que custou 120 mil pesos com almoço incluso na recepção do próprio hotel para a Isla Rosario. Saímos às 8h. Passamos o dia na Isla del Sol (um lugar com uma estrutura razoável, bar e piscina). Lá você pode fazer uma caminhada que é opcional e paga ou curtir o mar caribenho ou pode ir até o Oceanário para assistir ao famoso show de golfinhos que vale muito a pena. Fizemos a caminhada que custou 15 mil pesos e pagamos mais 25 mil pesos pelo ingresso e transporte até o oceanário. Da ilha até o oceanário você vai de barco. Ao término da exibição você retorna a ilha onde o almoço é servido. Peixe frito, patacones, arroz de coco, mandioca frita e salada foi o cardápio. Não espere luxo em nada. Vão lhe dizer que é buffet, mas na verdade, alguém lhe serve a comida no prato. O sabor é bom. As bebidas não alcoólicas que acompanham o almoço são inclusas.


 No caminho da Isla Rosario


Oceanário

Nesta noite resolvemos jantar no Hard Rock Café que fica na Ciudad Amurallada, ou seja, na parte antiga da cidade que situa-se numa região toda amuralhada, onde disseram que Shakira e Júlio Iglesias possuem uma casa. Imperdível um passeio por este local.

 Cidade amuralhada

No dia seguinte fomos a Santa Marta. Os passeios para lá saem às quartas e domingos. A expectativa era conhecer o Parque Tayrona, mas foi frustrante, pois, o que conseguimos visitar foi a chácara onde Simon Bolivar passou seus últimos dias de vida e uma praia do centro da cidade. No trajeto você passa por Barranquilha, da qual você não tem uma visão que valha a pena. O custo disso foi 120 mil pesos com almoço incluso (também vão lhe dizer que é buffet, mas a comida é servida no seu prato). Saímos às 6h e retornamos às 21h. A maior parte do tempo você passa dentro do ônibus. ROUBADA! Não faça. Se quiser ir ao Parque Tayrona, compre uma pernoite em Santa Marta. Li num blog de um brasileiro que ele havia feito um bata e volta, mas eu não achei esse passeio disponível em Cartagena. Na volta do passeio a Santa Marta pegamos engarrafamento e não faria de novo nem que fosse de graça. 


Santa Marta


No último dia fizemos um City Trolley Tour que é mais privativo e com ar condicionado que faz uma diferença enorme pois Cartagena é muito quente. Nesse passeio você pode conhecer O Castillo de San Felipe e Convento de La Popa. Vale cada peso. O custo é 65 mil pesos com os ingressos para as duas visitações.

Nos despedimos da noite de Cartagena com a Rumba Chiva, o tour noturno no ônibus colorido tomando cuba livre e ouvindo rumba ao lado de duas paulistas: Lourdes e Letícia.

Visão geral de Cartagena: a cidade é tranquila, dá para caminhar à noite sem medo. Mas há os espertinhos de plantão: o taxista que nos pegou no aeroporto nos "roubou" descaradamente. Cobrou-nos 50 mil pesos a corrida que usualmente sai por 18. Por todos os lugares onde você anda há um cheiro de chorume no ar. Há furtos de bolsas e mochilas, portanto, não ande com passaportes.

Em Bogotá ficamos num hotel muito simples no centro da cidade chamado San Francisco. Assim que saímos do aeroporto fomos abordados por um colombiano se dizendo credenciado pelo local. Detalhe: ele usava um crachá! Quando ele viu o nome do hotel nos disse que era muito perigoso e que deveríamos mudar. Sai para ir ao banheiro e perguntei para três policiais se realmente havia perigo no local e os três disseram que não. Dei sinal para o meu marido e nos livramos do colombiano. Resolvemos tomar um táxi oficial do aeroporto e para a nossa surpresa o taxista nos roubou oficialmente. Cobrou 55 mil pesos pela corrida. O taxista do hotel, seu Nelson Márquez (57) 311 856 0723, nos cobrou 25 mil pesos para levar de volta. O taxista do aeroporto também nos disse que o era muito perigoso e também queria que trocássemos de hotel. Depois nos foi informado que é pratica comum os taxistas do aeroporto fazerem isso para poder ganhar comissão dos hotéis para onde eles levam os hóspedes, o que foi confirmado mais tarde por brasileiros que conhecemos em San Andrés e que precisaram passar uma noite em Bogotá.

Próximo a Praça Simon Bolivar

Era sexta-feira. Assim que nos instalamos conversamos com Nelson Márquez e perguntamos a ele quanto ficaria um city tour pela cidade e ele nos aconselhou a fazer a pé, pois, estávamos muito bem localizados e como qualquer cidade grande deveríamos ter cuidado com nossas bolsas e carteiras. Ganhou nossa simpatia e confiança aí. Realmente conhecemos quase todos os pontos turísticos importantes dentre eles a Plaza del Toros (em reforma), Museu Nacional, Museo do Oro, Museo Botero, Casa de La Moneda, Congresso Nacional e Presidência da República, Plaza Simon Bolivar.

No dia seguinte fomos com Nelson para Zipaquera, visitar a Catedral de Sal, um dos lugares mais lindos e diferentes que já conhecemos. Imperdível! O passeio nos custou 50 mil pesos pois dividimos a van do Nelson com mais dois suecos e uma argentina. Voltamos para almoçar em Bogotá e escolhemos o Baltazar, um restaurante italiano situado no bairro La Macarena. Comemos bem a preço justo.
Catedral de Sal
Aos domingos os museus são gratuitos, mas não nos demos conta que seriam eleições e por este motivo todos os museus estariam fechados. Percorremos alguns pontos turísticos a pé e fomos ao Cerro de Monserrate, outro lugar imperdível. Show! Gastamos apenas 17 mil pesos por cada ingresso para pegar o funicular. Há agências que cobram 59 dólares por este passeio. Almoçamos em outro restaurante italiano chamado Roma, que fica numa rua lateral a Praça Simon Bolivar. Acabamos retornando para fazer mais uma refeição durante a conexão longa que tivemos em Bogotá na volta de San Andrés. 

Na segunda o nosso destino era Laguna de Guatavita mas infelizmente descobrimos durante o trajeto que a mesma estava fechada para manutenção, assim acabamos parando em algumas cidades como La Calera, Guatavita, Guasca e Sopó para compensar. Subimos mais que os 2.640 metros acima do nível do mar, portanto, leve roupa de frio na bagagem, lembrando que Outubro chove em Bogotá.

Visão Geral de Bogotá: a princípio nos pareceu realmente perigosa a região central, mas vimos muitos policiais. A cada 200 metros os avistávamos em dupla. Carrera 7 é uma avenida onde se vê de tudo, inclusive bandas de rock tocando. A cidade é bonita e vale a pena ser visitada. Trânsito é pesado, pegamos vários engarrafamentos nos retornos dos passeios. O centro de Bogotá tem cheiro de urina. 

O próximo destino foi San Andrés que fica a duas horas de voo de Bogotá.  Uma ilha  colombiana próxima a Nicarágua. Ficamos numa hosteria chamada Mar y Sol. O ponto forte dessa pousada é o atendimento simpático dos funcionários e o fraco sem dúvida nenhuma é a distância do centro da ilha, compensada com transporte gratuito e diário. O melhor dessa viagem foi que conhecemos uma família de mineiros: Rosana, Cristiano e Lucas. Nos entrosamos com eles assim que chegamos na recepção da hospedaria e foi diversão garantida. Deixamos as malas nos quartos e já saímos para fazer o reconhecimento do território.

Piscina natural 
Saímos para caminhar e almoçamos num restaurante ao lado do Hoyo Soplador, um dos pontos turísticos da cidade. O olho é um buraco existente nas pedras que expele água do mar através de um sopro. Após a refeição continuamos passeando pelo litoral até chegarmos numa das piscinas naturais. Depois de um banho refrescante, muita conversa e risadas com os nossos amigos mineiros, pegamos um ônibus de linha até o centro da cidade, aonde existe um grande duty free. Com o dólar nas alturas, nada valia a pena. Os mineiros jantaram no centro e em seguida nos dirigimos ao Parque da Barracuda, a parada onde o transporte pegava os hóspedes. Todos os dias o ônibus saía às 9h da hospedagem e retornava às 19h. Agendamos o nosso jantar na Hosteria e não nos arrependemos. Comida boa a preço justo.

No outro dia fomos a Jony Cay, uma ilhazinha paradisíaca que você chega de barco e passa o dia desfrutando das águas cristalinas do Caribe. Lá reencontramos Bibiana, uma professora de Ribeirão Preto, que havíamos conhecido durante o voo. Passeio imperdível. Combinamos de alugar um carro de golf, típico transporte para turistas percorrerem a ilha. Assim que retornamos foi o que fizemos. A proeza nos rendeu muitas risadas. Não nos pediram carteira de motorista e qualquer garantia. Só acertamos o valor de 180 mil pesos no outro dia pela manhã. O custo foi dividido entre seis. Como estávamos motorizados saímos para jantar e nos deliciamos no The Islander.

La piscinita
Na manhã seguinte fomos conhecer a ilha. O carrinho de golf havia pifado e a locadora nos forneceu uma van. Paramos na La Piscinita onde mergulhamos e vimos peixes lindos. Conseguimos ver o olho soprador em ação e após dar a volta na ilha, paramos na Spratt Bight a principal praia de San Andrés.

No último dia retornamos à Spratt Bight, fizemos compras e retornamos mais cedo à hosteria para poder ir a Noche Blanca, uma festa que acontece num navio que sai do Portofino. Foi sem dúvida alguma o pior programa que fizemos em San Andrés. O navio parte por volta das 19h30. Mal gosto do começo ao fim. Começam com um show de dança típica. Em seguida o apresentador tenta interagir com a plateia e o que já estava ruim fica pior. Garanto que é de causar inveja às organizações Tabajara. O figurino dos dançarinos é horrível. Para beber servem uísque, vodka, aguardente e uma gaseosa de quinta, após enfrentar uma longa fila. Logo em seguida oferecem o jantar no piso inferior, onde só há dois banheiros para atender a todos. A comida é servida gelada pelos próprios dançarinos. Tudo é absolutamente improvisado. Termina antes das 22h, portanto, não são 3 horas de navegação como anunciam. Em duas palavras eu resumiria a Noche Blanca: bela "Bostija".

Visão geral de San Andrés: aparentemente tranquila, mas soubemos de dois casais brasileiros que tiveram seus pertences furtados. Um deles, porque deixou as mochilas na carroceria do carrinho de golf e enquanto pararam num sinal, dois motoqueiros as levaram. Outro porque deixou as coisas na areia enquanto dava um mergulho. Portanto, muito cuidado em San Andrés, NÃO ANDEM COM OS PASSAPORTES.  

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CUIABÁ SEDIARÁ II SEMINÁRIO DE COMBATE E CONTROLE DA CORRUPÇÃO

IDP realiza seminário em Cuiabá para discutir o tema corrupção


O Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), parceiro da Escola da Magistratura Mato-grossense (EMAM), realiza em Cuiabá, juntamente com o Grupo Gazeta de Comunicação, o II Seminário de Combate e Controle da Corrupção no Brasil – Ações, Agentes e Perspectivas Futuras. O evento ocorre no dia 16 de outubro, no Centro de Eventos do Pantanal, com vagas limitadas.
O seminário em sua segunda edição traz para Cuiabá nomes de grande destaque para falar sobre o combate à corrupção, como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Ayres Brito e Gilmar Mendes; do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis, Eliana Calmon e Gilson Dipp; da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams e do Tribunal de Contas da União (TCU), André Luis de Carvalho, além do procurador da República, Douglas Fischer, responsável pela coordenação do Grupo de Trabalho que conduz as investigações da Operação Lava Jato, entre outros.
O primeiro seminário promovido em parceria entre o IDP e o Grupo Gazeta ocorreu em 2012, tendo a Constituição Federal e o Meio Ambiente como temas centrais, reunindo centenas de estudantes e profissionais.
Para fazer inscrição é só clicar AQUI. Para ver a programação, clique abaixo, em Download.

sábado, 10 de outubro de 2015

Justiça de Goiás autoriza jovem incluir nome de padrasto em identidade


O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) julgou procedente o pedido de uma jovem para incluir em seu registro de identidade o nome do padrasto, casado com sua mãe há 10 anos. A jovem continua a ter o nome do pai biológico no documento, com quem ainda mantém relacionamento.

O acréscimo no registro foi, inclusive, aprovado pelo pai biológico, que reconheceu a ligação sentimental existente entre a filha e o marido da ex-mulher. Ficou provado no processo que a menor sente o mesmo amor, carinho, respeito e confiança por ambos os pais – biológico e socioafetivo –, “motivo pelo qual, em respeito ao pórtico da dignidade da pessoa e aos novos desdobramentos a que o conceito de entidade familiar tem passado, entendo por bem deferir o pedido inicial”.

Para deferir o pedido, a juíza Sirlei Martins da Costa analisou os depoimentos da adolescente, do genitor, de familiares e de terceiros a fim de comprovar a existência do vínculo socioafetivo entre enteada e padrasto. Na decisão, a magistrada ponderou que a afeição tem valor jurídico. “Percebi que a vontade dos requerentes é fulcrada no afeto, no carinho e no amor de um pai para com sua filha e vice-versa, e não em interesse meramente econômico”. Ela destacou, ainda, que “pai de papel há inúmeros, mas estes nem sempre são, na prática, pais de verdade; prova disso são as constantes demandas no Judiciário visando indenizações pecuniárias por abandono afetivo”.

Para o professor Christiano Cassettari, diretor do IBDFAM de São Paulo, a decisão é importante porque judicializa uma situação fática já existente. “O Direito não pode ignorar os fatos sociais que já estão consagrados na prática, deixando-os marginalizados da possibilidade de gerarem consequências jurídicas. Georges Ripert afirmava que o Direito não deve ignorar a realidade, pois quando o Direito ignora a realidade esta se vinga e ignora aquele. Esta frase é perfeita e demonstra que o Direito deve sempre estar atento aos fatos sociais, para criar regras que os normatizem. A referida decisão valoriza, mais uma vez, a parentalidade socioafetiva como uma forma de parentesco, consoante a permissão contida no art. 1.593 do CC, que reconhece que o mesmo pode ser de outra origem”, afirmou.


Assessoria de Imprensa OAB/MT

terça-feira, 29 de setembro de 2015

E o Outubro Rosa chegou mais cedo...


Antigamente falar sobre o câncer era um tabu. Quando eu ainda era criança, lembro-me da minha mãe (já falecida em decorrência de mal de Alzheimer) se referindo à enfermidade: " essa doença ruim". Não se falava nem o nome ...

Hoje há muita informação, graças a Deus, o que ajuda as pessoas a identificarem precocemente os sintomas e procurarem auxílio médico.

No dia 19 de Setembro estive no Pantanal Shopping para prestigiar a abertura da Exposição Fotográfica e Palestra Interativa “De Peito Aberto - a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista”, coordenada aqui no Estado pela doutora Ana Emília Iponema Brasil Sotero.

Achei muito interessante a abordagem feita por Vera Golik, jornalista e escritora e pelo seu marido Hugo Lenzi, fotógrafo e sociólogo, que vivenciaram vários casos de câncer em suas próprias famílias. 

Com patrocínio da Avon, através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, o projeto chegou a Cuiabá e perdura até o dia 04 de outubro, na Praça de Alimentação, onde os visitantes poderão conferir a mostra, resultado do projeto sociocultural que retrata mulheres e homens que enfrentam ou enfrentaram o câncer de mama, além de colocar em foco a humanização da medicina em geral.

Já havia visto a exposição fotográfica durante a II Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, em Brasília, em 2007, mas não havia participado da Palestra Interativa. Com a presença dos autores, pacientes, amigos, médicos, profissionais de saúde, autoridades locais, patrocinadores e apoiadores, o evento reforçou a importância do projeto para abrir um canal de diálogo sobre o tema e ajudar a quebrar mitos e paradigmas que envolvem a doença.

Lançado em 2006, já apresentou mais de 40 exposições e mais de 60 palestras pelo Brasil e ao redor do mundo. As imagens da exposição retratam as histórias de mais de 50 mulheres e homens de todo o Brasil, dos Estados Unidos, de Portugal e da Espanha, com idades entre 18 e 70 anos, de diversas origens, etnias e classes sociais. Elas captam as emoções vividas por essas “guerreiras” e “guerreiros” em cada momento do enfrentamento do câncer.

O projeto “De Peito Aberto” tem como meta estimular uma nova conduta em relação ao enfrentamento do câncer de mama: mais consciente das necessidades de exames regulares, de tratamento imediato, eficaz e humanizado. Durante o período da exposição, monitores acompanharão os visitantes e distribuirão folders sobre a mostra e materiais informativos sobre o câncer de mama elaborados pelo Instituto Avon. Ainda há tempo para conferir!

Exposição Fotográfica “De Peito Aberto – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista”
Visitação: de 19 de setembro a 04 de outubro
Local: Pantanal Shopping — Praça de Alimentação — Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3300, Jardim Aclimação — Cuiabá/MT
Tel.: (65) 3617-4027
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos, das 10h30 às 22h





Em Várzea Grande a abertura do Outubro Rosa será no dia 01 no Paço Municipal com um grande abraço e no dia 02 coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Policlínica do Parque do Lago, todas as mulheres da região do Parque do Lago estão convidadas para participarem da Campanha Outubro Rosa – Prevenção ao Câncer de Mama, às 08h, onde haverá uma Palestra sobre prevenção ao câncer de mama, distribuição de materiais informativos e entrega de requisição para mamografia.
E o MTmamma está com sua programação pronta. Confira na íntegra:


29/09/2015
Palestra Outubro Rosa 2015
Local: COABRA
Mais informações : 3052-8758


30/09/2015
Abertura Oficial da Campanha Outubro Rosa
Local: Igreja Nossa Senhora Auxiliadora
Mais informações : 3052-8758


01/10/2015
Palestra Outubro Rosa 2015
Local: SICCOB - CREDIJUD
Mais informações : 3052-8758


01/10/2015
Palestra Outubro Rosa 2015
Local: Centro de Convivência para Idosos - Aideê Pereira
Mais informações : 3052-8758


05/10/2015
Palestra Outubro Rosa 2015
Local: ENERGISA - JARDIM LEBLON
Mais informações : 3052-8758


08/10/2015
Palestra Outubro Rosa 2015
Local: AMECOR
Mais informações : 3052-8758


12/10/2015
Caminhada Amigos do Peito
Local: Parque Mãe Bonifácia
Mais informações : 3052-8758

Venha participar, é a hora de se tocar sobre o câncer de mama!


sábado, 26 de setembro de 2015

BOM JARDIM É MAIS QUE BONITO, É NOBRES! parte II

No feriadão da Independência retornei à Bom Jardim com minha família. 
No início da semana que antecedia ao feriado, ou seja, no dia 31 de agosto já não havia mais quartos vagos.  Então fica a dica: reserve com bastante antecedência se for visitar o local durante feriados prolongados.
Como o clima estava muito quente e a previsão era de mais calor para o final de semana esticado, acabou sobrando leito somente para o dia 06 de setembro, domingo, na Pousada Lagoa Azul.
Então corri atrás de outra hospedaria para o sábado, dia 05. 
Rodrigo, proprietário de uma tirolesa que fica na entrada da cidade foi o responsável pelo achado: um quarto na pousada Mato Grosso, do seu Nelson: (65) 9967-8952.


Após o almoço no Restaurante Lagoa Azul nos dirigimos ao Rio Triste para flutuação que leva em torno de 2 horas. O passeio é muito gostoso de fazer: te oferecem snorkel e colete. Você verá vários peixes da região e uma vegetação diversificada no fundo do rio.

Quando retornávamos um dos nossos pneus furou. Fomos auxiliados por um casal de Cáceres, MT: Elvis e Fernanda que também estavam conhecendo a região.

Com muito custo achamos um borracheiro instalado quase ao lado da pousada do seu Nelson. O pneu ainda não havia sido trocado desde que o carro foi comprado e então só o borracheiro conseguiu tirar o pneu furado. Fica outra dica: pegue o telefone do borracheiro, pois, a estrada por ser de cascalho é propícia para furar pneus.

O pôr do sol foi apreciado do alto do Morro do Cruzeiro da onde descemos de tirolesa (60 metros de altura e 700 metros de comprimento). Vale a pena! 

Outra dica: a temperatura da água nesse período é ótima, mas a paisagem fica judiada em razão do clima seco que se estabelece em razão das queimadas e falta de chuvas.

Para nos alimentar fomos na única pizzaria da cidade: Buriti. Demos sorte, no dia seguinte, a massa acabou. Fica a dica: vá cedo.



Na manhã seguinte fomos ao Reino Encantado onde fizemos outra flutuação e almoçamos. Não tão interessante quanto ao Rio Triste, mas se você já está ali, aproveite! 

No período da tarde visitamos a Estância da Mata, onde descemos o rio de boia cross e ao final conhecemos uma das muitas cavernas da região.


Para encerrar fomos no último dia visitar o Refúgio Água Azul, de onde descemos de outra tirolesa direto para dentro da água.
 

Não crie muitas expectativas a respeito de Bom Jardim. Há vários pontos turísticos a serem devidamente explorados, mas falta investimentos e via de consequência estrutura. Não compare com Bonito, MS, pois, quem conhece Bonito pode se decepcionar, exatamente em razão da ausência de profissionais que poderiam incrementar a paisagem já existente. 

As opções de lazer, entretenimento, hospedagem e alimentação são bastante incipientes, mas tudo se compensa com o calor humano da população que terá muito prazer em recebê-lo, marca registrada do povo matogrossense.